O plantel mais caro do mundo!!

O plantel mais caro do mundo!!
Jogam sujo, recebem muito, viciam o jogo e perdem sempre...

11/02/2010

Quem é o homem que queria impedir a publicação do jornal "SOL"?

Quem é o homem que queria impedir a publicação do jornal "SOL"?
A face oculta das escutas
Quem é Rui Pedro Soares, o administrador da PT que surge nas gravações como o alegado pivô do negócio TVI?
Os dois momentos mais altos da sua, curta, carreira - tem 36 anos - tinham, até agora, sido estampados em T-shirts. E são a melhor ilustração da passagem dos anos por este jovem do Porto que integra o restrito conselho de administração onde se sentam os 25 executivos de topo de uma das maiores empresas portuguesas, a Portugal Telecom (PT). Foi de Rui Pedro Soares a ideia de estampar em centenas de T-shirts a imagem de Che Guevara e o poema que Manuel Alegre dedicou ao revolucionário argentino ("O foco guerrilheiro existe sempre / Em cada um de nós existe um foco / Uma guerrilha possível, uma insubmissão"), que a Juventude Socialista (JS) de Lisboa, então liderada por este jovem estudante de Gestão de Marketing, exibiu nas acções de campanha para as eleições legislativas de 2002. O PS perdeu, mas Rui Pedro, que já propusera a mudança da cor das bandeiras da jota de amarelo para vermelho, e que se candidatara à liderança da organização com a moção "Nós vamos pela esquerda", fez a sua declaração política.

Sete anos mais tarde, Rui continua a imprimir letras em T-shirts. Mas noutro campeonato. É ele quem negoceia os patrocínios da PT aos três grandes do futebol, Benfica, Sporting e Porto, o seu clube do coração que já lhe retribuiu o gosto com uma insígnia: é Dragão de Ouro e presença assídua no camarote presidencial do estádio portista. Nada que o tenha impedido de financiar os 11 milhões de euros gastos pelo Sporting em jogadores, no mercado de Inverno.

A sua biografia, no site da PT, é clara: "Rui Pedro Soares integra a Portugal Telecom em 2001, empresa onde tem vindo a consolidar a sua carreira profissional." A "consolidação" levou-o ao Olimpo da empresa, por indicação do accionista Estado, em 2006, onde aufere um montante anual de um milhão e duzentos mil euros, segundo contas do Diário Económico, a partir da tabela de remunerações fornecida pelas empresas do PSI-20, em 2009. Ou seja, Rui Pedro ganhará, por mês, 16 vezes mais que José Sócrates.

Como chegou ali? Essa era uma das perguntas que gostaríamos de lhe colocar, mas o administrador da PT não aceitou falar com a VISÃO. O deputado Sérgio Sousa Pinto, que o conhece há 16 anos, não lhe poupa elogios: "Tenho a maior consideração pessoal e profissional por ele. Acho muito injusto a imprensa estar a retratá-lo como um boy. Ele é alguém com muito valor, inteligência e muito capaz. Claro que a nomeação dele como administrador é fruto de um voto de confiança de quem o nomeou."

SALTO Á VARA

A sua ascensão acaba por se assemelhar à de Armando Vara, outro socialista de quem se fala no processo Face Oculta, e que passou de administrativo a administrador da Caixa-Geral de Depósitos e, mais tarde, do BCP. Ambos estavam na empresa e, graças aos contactos partidários, "consolidaram" a sua posição.

Quando, em 2004, os jornalistas falaram com ele, durante a campanha interna para a liderança do partido (que opôs Sócrates a Alegre e a João Soares), Rui Pedro foi descrito como um "informático". Era ele que geria a página online do candidato que acabaria por vencer. Mas perderia, nessa altura, um dos seus mais importantes aliados internos: João Soares, que não terá perdoado a "traição" do seu ex-discípulo - levara-o às listas para a Câmara de Lisboa (2001) e a um lugar de vereador sem pelouro, após a (imprevista) vitória de Santana Lopes. Aí, Rui Pedro tratou de fazer política concelhia, contra os rivais internos, Miguel Coelho e, sobretudo, Jorge Coelho, que ainda mandava no "aparelho".

Era a consequência de uma série de "guerras" na JS, após a saída do seu líder, Sérgio Sousa Pinto, em 2000. O secretariado cessante da Jota (que integrava, entre outros, os actuais secretários de Estado Marcos Perestrello, Rocha Andrade e o porta-voz do PS, João Tiago Silveira) passou, de armas e bagagens, para a candidatura de Ana Catarina Mendes. Rui Pedro, quase sem apoios, candidatou-se. Ficou em último e, surpreendentemente, acabou por apoiar a candidata Jamila Madeira, na segunda volta. A JS quase que se partia. E Rui Pedro ficou "proscrito".

Além do trabalho político na concelhia de Lisboa, teve uma curta passagem pela direcção de marketing do banco Cetelem, uma sucursal de crédito ao consumo (com juros altos) do Banque Nationale de Paris/Paribas. Depois foi para a PT, tendo começado na antiga TV Cabo.

"Provavelmente, até fui eu quem o apresentou ao engenheiro Sócrates, assim como também apresentei [a Sócrates] o Marcos Perestrello e os outros que vieram a fazer a campanha dele para a liderança do PS, em 2004", recorda Sérgio Sousa Pinto. Na altura, José Sócrates não tinha apoios entre os jovens do partido. E o velho secretariado da JS reúne-se em seu redor.

Meses antes, Rui Pedro colaborara com Luís Nazaré, no Grupo de Estudos do partido, durante a liderança de Ferro Rodrigues. Mais uma vez, tratou-se de um apoio técnico. "Prestou colaboração na área das telecomunicações, visto que ele era quadro da TV Cabo. Lembro-me, por exemplo, do enorme contributo que deu para a criação do site do Gabinete e em relação às múltiplas plataformas em que nos poderíamos alojar. Esteve connosco apenas alguns meses. Telefonou-me um dia a dizer que havia sido promovido na empresa e que deixaria de ter disponibilidade para continuar a colaborar. Achei perfeitamente normal que ele tenha ido à sua vida. Fiquei com a ideia de um rapaz de vinte e tal anos que queria evoluir profissionalmente naquela área e se calhar também politicamente", recorda Nazaré.

A LIGAÇÃO A PENEDOS

De facto, em dois anos, Rui Pedro foi promovido inúmeras vezes. De "consultor do conselho de administração" passou a "administrador executivo da PT Compras", em 2005, depois, a "presidente do conselho de administração da PT Imobiliária", em 2006 e, por fim, a membro executivo do conselho de administração da empresa. É ele que vai buscar o seu velho amigo Paulo Penedos, da JS, para assessor jurídico do seu gabinete. E é através das escutas montadas a Penedos que é "apanhado" na suspeita de "atentado ao Estado de Direito" que sobre si recai, depois de divulgados, pelo semanário Sol, os despachos do magistrado do Ministério Público de Aveiro e do juiz de instrução criminal do baixo Vouga, mandados arquivar pelo procurador-geral da República, por ausência de indícios criminais.

Sempre foi um político "de bastidores". Reservado, pouco dado à oratória, discreto. O oposto do seu amigo Penedos, visto como um "fanfarrão", que se gaba de conhecer meio mundo e se exibiu, numa campanha eleitoral autárquica, ao volante de um Ferrari vermelho.

Nas legislativas de 2005, conta um membro do staff de Sócrates, mantinham conversas regulares ao telemóvel: "O Paulo Penedos, enquanto membro da máquina de campanha, fartava-se de ligar ao Rui Pedro para ele, lá na PT, lhe arranjar telemóveis para o Sócrates - partia-se pelo menos um por semana", devido às "fúrias" do candidato, acrescenta.

O Plano inclinado
Maio de 2009. A PJ tem os telemóveis dos socialistas Armando Vara e Paulo Penedos sob escuta, por causa das suas supostas ligações ao sucateiro Manuel Godinho, no âmbito do processo Face Oculta. Mas das conversas entre o administrador do BCP e o consultor da PT ressalta para os investigadores a existência de um suposto esquema para controlar a TVI e tirar do ecrã Manuela Moura Guedes e as notícias sobre o Freeport. A 26 desse mês, dá-se o primeiro contacto entre Penedos e o seu correligionário Rui Pedro Soares, administrador da PT e que, alegadamente, se torna o pivô da compra da estação televisiva pela Portugal Telecom. As escutas trazidas à estampa pelo jornal Sol referem diversas idas de Rui Pedro a Madrid a fim de acertar com a direcção da Prisa - dona da TVI - os detalhes do negócio. Que não veria a luz do dia, após a polémica instalada pela divulgação da operação na imprensa, tendo o primeiro-ministro assegurado que, se a PT insistisse na compra, o Estado usaria a sua golden share para vetar o negócio. Sócrates garantiu sempre nunca ter sabido da intenção da PT de adquirir a TVI, mas, nas escutas, há referência a um jantar entre Rui Pedro Soares e o chefe de Governo e é insinuado em outras conversas o conhecimento que este último teria de todo o alegado esquema para controlar a TVI. Foi o que achou quer o procurador de Aveiro quer o juiz de instrução titular do caso Face Oculta. Só que enquanto o magistrado judicial afirmava existirem indícios muito fortes da existência de um plano, no qual Sócrates estaria envolvido, visando o controlo da estação, o procurador-geral da República, a quem foram remetidas as certidões para validação, desvalorizou esses elementos, tendo Pinto Monteiro decidido não avançar com um inquérito, alegando a falta de "indícios probatórios" da prática do crime de atentado ao Estado de Direito.

06/02/2010

E porque também tem homens sérios no oceano de corruptos em que Portugal se transformou OBRIGADO João Marques Vidal

Nas intercepções telefónicas autorizadas e validadas neste inquérito, em diversas conversações surgiram indícios da prática de outros crimes para além dos directamente em investigação nos autos, tendo sido decidido genericamente que se aguardaria pelo desenvolvimento da investigação com vista a garantir o máximo de sigilo e eficácia, excepto se as situações decorrentes destes conhecimentos, pela sua gravidade e circunstâncias, exigissem o desenvolvimento de diligências de investigação autónomas que impusessem a imediata extracção de certidão.
Sucede que do teor das conversações interceptadas aos alvos Paulo Penedos e Armando Vara resultam fortes indícios da existência de um plano em que está directamente envolvido o Governo para interferência no sector da comunicação social visando o afastamento de jornalistas incómodos e o controlo dos meios de comunicação social, nomeadamente o afastamento da jornalista Manuela Moura Guedes, da TVI, o afastamento do marido desta e o controlo da comunicação do grupo TVI, bem como a aquisição do jornal Público com o mesmo objectivo e, por último, mas apenas em consequência das necessidades de negócio, a aquisição do grupo Cofina, proprietário do Correio da Manhã.
Face ao disposto nos artigos 2.º e 38.º n.º4 da Constituição da República Portuguesa, art.º 10.º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem e artigos 4.º e 6.º da Lei da Televisão (Lei 27/2007 de 30 de Julho), que a seguir se transcrevem, o envolvimento de decisores políticos do mais alto nível neste «esquema» (expressão empregue por Armando Vara em 21-06-2009) de interferência na orientação editorial de órgãos de comunicação social considerados adversos, visando claramente a obtenção de benefícios eleitorais, atinge o cerne do Estado de Direito Democrático e indicia a prática do crime de atentado contra o Estado de direito, previsto e punido no artigo 9.º da Lei 34/87 de 16 de Julho – Crimes da Responsabilidade dos Titulares de Cargos Políticos.
Encontram-se preenchidos os dois critérios acima referidos relativos à necessidade de autonomização da investigação, a saber, o da gravidade do ilícito e o de as circunstâncias imporem a realização de diligências de investigação autónomas (diligências que pela sua natureza não possam ser proteladas).
A gravidade do ilícito que na essência consiste na execução de um plano governamental para controlo dos meios de comunicação social visando limitar as liberdades de expressão e informação a fim de condicionar a expressão eleitoral através de uma rede instalada nas grandes empresas e no sistema bancário (referida nas intercepções como composta pelos «nossos»), não se detendo perante a necessidade da prática de outros ilícitos instrumentais – nomeadamente, a circunstância de do negócio poderem resultar prejuízos económicos para a PT (prejuízos que previsivelmente seriam ‘pagos’ com favores do Estado ou no mínimo colocariam os decisores políticos na dependência dos decisores económicos) ou, na 1.ª versão do negócio, a prestação de informações falsas às autoridades de supervisão, Autoridade da Concorrência, CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e ERCS (Entidade Reguladora para a Comunicação Social), ou mesmo através da manipulação do mercado bolsista (variação das acções da Impresa) – traduz-se numa corrupção dos fundamentos do Estado de Direito Democrático, o que é reconhecido pelos próprios intervenientes.
Como resulta da Constituição da República, da Convenção Europeia dos Direitos do Homem e da lei não é possível construir um Estado de Direito democrático sem meios de comunicação social livres das interferências e dos poderes políticos e económicos.
No que concerne à necessidade de diligência de investigação autónoma, esta decorre da premência da realização de diligências para esclarecimento do «esquema» relativo ao Público/Nuno Vasconcelos/Impresa e Cofina/Correio da Manhã, e à identificação de todos os participantes no «esquema» da TVI, diligências que a não serem realizadas de imediato poderão levar a perdas irremediáveis para a actividade de aquisição da prova, sendo certo que existem indicações que o «esquema»TVI poderá estar concluído até à próxima quinta-feira.
Face à multiplicidade e gravidade das suspeitas, existe a obrigação legal de proceder à correspondente investigação, não podendo a mesma, como vimos, aguardar para momento ulterior a sua autonomização.
O problema da partilha dos alvos que impõe uma estreita colaboração entre as duas investigações e os problemas da segurança e eficácia das investigações podem ser fortemente atenuados se ambas as investigações forem atribuídas ao núcleo da PJ que agora as executa (o que me parece essencial para garantir o êxito das investigações) e se ao nível do Ministério Público existir um entrosamento entre as equipas de direcção da investigação.
Para o efeito, e junta que seja a certidão e cópias dos suportes técnicos que a seguir se referem, será todo o expediente remetido em mão para superior apresentação e instauração do competente procedimento criminal.
Para autonomização da investigação, nos termos do art.º 187.º n.º1, 7 e 8 do Código de Processo Penal requeiro a extracção de cópia da totalidade das gravações relativas aos alvos, dos correspondentes relatórios e dos doutos despachos judiciais relativos à autorização, manutenção e cessação das intercepções telefónicas.
Aveiro, 23/06/2009
João Marques Vidal

28/01/2010

É só para lembrar factos !!!

Portugal país com pouco mais de 10 milhões de habitantes.
De uma ou de outra forma entre pensionistas, desempregados, funcionários públicos rendimentos de inserção social, câmaras municipais, governo central, governos autónomos etc. são oito milhões os que se governam do estado.
É uma economia de estado promovida por políticos, gestores ex-políticos, banqueiros, e comunas trotzequistas, ou estalinistas chuchalistas, republicanos frustrados e mais ortodoxos na continua compra dos lugares na assembleia da republica e da governação.
Mais de metade da riqueza produzida pelo sector produtivo é consumida no estado e suas subsidiarias que são o sustentáculo do governo.
São trinta e cinco anos de regime que nunca foi capaz de sustentar-se sem comer o produto dos poucos que pagam impostos. Nunca o saldo foi positivo comeu sempre mais do que o sector produtivo conseguiu rentabilizar.
É o terceiro país do mundo onde o fosso existente entre os que desmesuradamente ganham e os que menos gauferem pelo resultado da venda do seu trabalho.
Os principais indicadores de referência económica e índices de qualidade de vida estão a par, ou em muitos casos abaixo de indicadores em países do terceiro mundo.
Os índices de escolaridade e seus resultados no desenvolvimento do país são hoje comparáveis aos de á cinquenta anos atrás.
Mais de metade dos licenciados não executam a profissão da área de formação ou trabalham para o estado em áreas de âmbito diferente ao da sua formação. Geralmente não aão factor de inovação ou não acrescentam qualquer mais valia na produtividade nem na economia nacional como seria expectável.
Nunca nenhum politico abdicou ou promoveu contenção nos principescos ordenados, reformas, prémios, subsídios, ajudas de custos, regalias e privilégios por respeito aos pagadores que são hoje mais pobres.
O orçamento de estado de 2010 é mais do mesmo, é uma fraude para tapar os olhos aos que terão que continuar a pagar o desvairo.
Os políticos e seus boys continuam a não abdicar dos mega projectos de parceria onde toda a corja tem a oportunidade de chafurdar no caldeirão do erário publico mesmo no contexto do endividamento porque os que produzem não o fazem ao ritmo da gula dos que comem, não dando oportunidade nem folga na disponibilidade de capitais ás empresas que precisam de credito para produzir e exportar." A isto chama-se abrir o bandulho à galinha dos ovos de ouro..."
As acolhedoras e benevolentes seiscentas fundações, as trezentas associações e fundações sem fins lucrativos, as intermináveis concessões a ex-presidentes da república, de empresas públicas, magistraturas entre outras instituições da comedura nacional continuam intocáveis sem quaisquer reflexos de crise melhor que isso aumentaram o tamanho da manjedoura pois vão ser contempladas com mais uns milhões de euros.
O orçamento geral do ano 2010 aumenta a despesa significativamente quando pede mais sacrifícios aos que trabalham e produzem quando devia de a reduzir parecendo ignorar a situação de alerta vermelho pelas empresas ou instituições de referência de raiting que determinam o grau de risco que o país enfrenta com o alto nivel de  endividamento e que os nossos governantes promoveram, afirmando não ser um problema no modelo de desenvolvimento económico levado a cabo nos últimos anos. Estrategia tão vangloriada e utilizada de forma sem precedente e completamente inconsciênte pelo actual PM.
São oitenta e um mil milhões de € que o estado vai comer nas mais de catorze mil entidades que se sustentam exclusivamente da despesa publica.  Ao mesmo tempo pede contenção salarial aos que trabalham. À poucos meses diziam gastem e comprem para dinamizar a economia... Agora novamente contenção num constante é , não e´, é novamente, agora já não é outra vez, ... já pode ser,  parem que não pode continuar...
O viciado sector público empresarial aumenta a fatia que come ao erário publico para continuar a segurar a fidelização dos boys da famiglia e cimentar a subserviência das empresas estruturais na manutenção do regime como a RTP, TAP, REFER entre outros chulos do costume.
As famigeradas parecerias publico-privadas que tantos tachos, lugares para boys, comissões chorudas que tanto têm servido políticos seus acólitos com tacho garantido pós politiquice, continuam em alta e com o garante dos seus lugares ao Sol pois a despesa que estes representam no O.G.E. são contabilizadas como trezentos e cinquenta e sete milhões de € em prestações correspondentes ao ano em curso, sendo que a duração da divida vai até ao ano 2048 e ascende ainda a trinta e cinco mil milhões de € de um total quarenta e cinco mil milhões...
Viva a pseudo-democracia viva a chularia viva o pêéche e companhia...

25/01/2010

A economia vai derrotar a democracia de 1976.

 
SÓCRATES É UM HOMEM DE CIRCO

José Sócrates, é um homem de circo, de espectáculo. Portugal está a ser gerido por medíocres, Guterres, Barroso, Santana Lopes e este, José Sócrates, não perceberam o essencial do problema do país.
O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não está bem na economia. Já estou enjoado de medidinhas. Já nem sei o que é que isso custa, nem sequer sei se estão a ser aplicadas.
A população não vai aguentar daqui a dez anos um Estado social como aquele em que nós estamos a viver. Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem de circo. Desde a primeira hora.
É gente de circo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade.
Vocês, comunicação social, o que dão é esta conversa de «inflação menos 1 ponto», o «crescimento 0,1 em vez de 0,6». Se as pessoas soubessem o que é 0,1 de crescimento, que é um café por português de 3 em 3 dias... Portanto andamos a discutir um café de 3 em 3 dias... mas é sem açúcar.
Eu não sou candidato a nada, e por conseguinte não quero ser popular. Eu não quero é enganar os portugueses. Nem digo mal por prazer, nem quero ser «popularuxo» porque não dependo do aparelho político!"
Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... Isto não é ensino... é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!
Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1%... esta economia não resiste num país europeu.
Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse.
Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis?
P'rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim?
A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela?
Quer dizer, isto está tudo louco?"
Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo for...
Nós tivemos nos últimos 10-12 anos 4 Primeiros-Ministros:

      - Um desapareceu;
      - O outro arranjou um melhor emprego em Bruxelas, foi-se embora;
      - O outro foi mandado embora pelo Presidente da República;
      - E este coitado, anda a ver se consegue chegar ao fim"

O João Cravinho tentou resolver o problema da corrupção em Portugal. Tentou. Foi "exilado" para Londres. O Carrilho também falava um bocado, foi para Paris. O Alegre depois não sei para onde ele irá... Em Portugal quem fala contra a corrupção ou é mandado para um "exílio dourado", ou então é entupido e cercado.
Mas você acredita nesse «considerado bem»? Então, o meu amigo encomenda aí uma ponte que é orçamentada para 100 e depois custa 400? Não há uma obra que não custe 3 ou 4 vezes mais? Não acha que isto é um saque dos dinheiros públicos? E não vejo intervenção da polícia... Há-de acreditar que há muita gente que fica com a grande parte da diferença!
De acordo com as circunstâncias previstas, nós por volta de 2020 somos o país mais pobre da União Europeia. É claro que vamos ter o nome de Lisboa na estratégia, e vamos ter, eventualmente, o nome de Lisboa no tratado. É, mas não passa disso. É só para entreter a gente.
Isto é um circo. É uma palhaçada. Nas eleições, uns não sabem o que estão a prometer, e outros são declaradamente uns mentirosos: - Prometem aquilo que sabem que não podem."
A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»: Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva...
O que é inclusiva? É para formar tontos? Analfabetos?"
"Os exames são uma vergonha.
Você acredita que num ano a média de Matemática é 10, e no outro ano é 14? Acha que o pessoal melhorou desta maneira? Por conseguinte a única coisa que posso dizer é que é mentira, é um roubo ao ensino e aos professores! Está-se a levar a juventude para um beco sem saída. Esta juventude vai ser completamente desgraçada!
A minha opinião desde há muito tempo é: TGV- Não!
Para um país com este tamanho é uma tontice. O aeroporto depende. Eu acho que é de pensar duas vezes esse problema. Ainda mais agora com o problema do petróleo.
Bragança não pode ficar fora da rede de auto-estradas? Não?
Quer dizer, Bragança fica dentro da rede de auto-estradas e nós ficamos encalacrados no estrangeiro? Eu nem comento essa afirmação que é para não ir mais longe...
Bragança com uma boa estrada fica muito bem ligada. Quem tem interesse que se façam estas obras é o Governo Português, são os partidos do poder, são os bancos, são os construtores, são os vendedores de maquinaria... Esses é que têm interesse, não é o Português!
Nós em Portugal sabemos resolver o problema dos outros: A guerra do Iraque, do Afeganistão, se o Presidente havia de ter sido o Bush, mas não sabemos resolver os nossos. As nossas grandes personalidades em Portugal falam de tudo no estrangeiro: criticam, promovem, conferenciam, discutem, mas se lhes perguntar o que é que se devia fazer em Portugal nenhum sabe. Somos um país de papagaios...
Receber os prisioneiros de Guantanamo?
Isso fica bem e a alimentação não deve ser cara...» Saibamos olhar para os nossos problemas e resolvê-los e deixemos lá os outros... Isso é um sintoma de inferioridade que a gente tem, estar sempre a olhar para os outros. Olhemos para nós!
A crise internacional é realmente um problema grave, para 1-2 anos. Quando passar lá fora, a crise passará cá. Mas quando essa crise passar cá, nós ficamos outra vez com os nossos problemas, com a nossa crise. Portanto é importante não embebedar o pessoal com a ideia de que isto é a maldita crise. Não é!
Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões! Portanto, quando acabarmos este programa Portugal deve mais 2 milhões! Quem é que vai pagar?
Isso era o que deveríamos ter em grande quantidade.
Era vender sapatos. Mas nós não estamos a falar de vender sapatos. Nós estamos a falar de pedir dinheiro emprestado lá fora, pô-lo a circular, o pessoal come e bebe, e depois ele sai logo a seguir..."
Ouça, eu não ligo importância a esses documentos aprovados na Assembleia...
Não me fale da Assembleia, isso é uma provocação... Poupe-me a esse espectáculo...."
Isto da avaliação dos professores não é começar por lado nenhum.
Eu já disse à Ministra uma vez «A senhora tem uma agenda errada"» Porque sem pôr disciplina na escola, não lhe interessa os professores. Quer grandes professores? Eu também, agora, para quê? Chegam lá os meninos fazem o que lhes dá na cabeça, insultam, batem, partem a carteira e não acontece coisa nenhuma. Vale a pena ter lá o grande professor? Ele não está para aturar aquilo...Portanto tem que haver uma agenda para a Educação. Eu sou contra a autonomia das escolas Isso é descentralizar a «bandalheira».
Há dias circulava na Internet uma notícia sobre um atleta olímpico que andou numa "nova oportunidade" uns meses, fez o 12ºano e agora vai seguir Medicina...
Quer dizer, o homem andava aí distraído, disseram «meta-se nas novas oportunidades» e agora entra em Medicina...
Bem, quando ele acabar o curso já eu não devo cá andar felizmente, mas quem vai apanhar esse atleta olímpico com este tipo de preparação...
Quer dizer, isto é tudo uma trafulhice..."
É preciso que alguém diga aos portugueses o caminho que este país está a levar.
Um país que empobrece, que se torna cada vez mais desigual, em que as desigualdades não têm fundamento, a maior parte delas são desigualdades ilegítimas para não dizer mais, numa sociedade onde uns empobrecem sem justificação e outros se tornam multi-milionários sem justificação, é um caldo de cultura que pode acabar muito mal. Eu receio mesmo que acabe.
Até há cerca de um ano eu pensava que íamos ficar irremediavelmente mais pobres, mas aqui quentinhos, pacíficos, amiguinhos, a passar a mão uns pelos outros... Começo a pensar que vamos empobrecer, mas com barulho...
Hoje, acrescento-lhe só o «muito». Digo-lhe que a gente vai empobrecer, provavelmente com muito barulho...
Eu achava que não havia «barulho», depois achava que ia haver «barulho», e agora acho que vai haver «muito barulho». Os portugueses que interpretem o que quiserem...
Quando sobe a linha de desenvolvimento da União Europeia sobe a linha de Portugal. Por conseguinte quando os Governos dizem que estão a fazer coisas e que a economia está a responder, é mentira! Portanto, nós na conjuntura de médio prazo e curto prazo não fazemos coisa nenhuma. Os governos não fazem nada que seja útil ou que seja excessivamente útil. É só conversa e portanto, não acreditem...
No longo prazo, também não fizemos nada para o resolver e esta é que é a angústia da economia portuguesa.
"Tudo se resume a sacar dinheiro de qualquer sítio. Esta interpenetração do político com o económico, das empresas que vão buscar os políticos, dos políticos que vão buscar as empresas...Isto não é um problema de regras, é um problema das pessoas em si...Porque é que se vai buscar políticos para as empresas?
É o sistema, é a (des)educação que a gente tem para a vida política...
Um político é um político e um empresário é um empresário. Não deve haver confusões entre uma coisa e outra. Cada um no seu sítio. Esta coisa de ser político, depois ministro, depois sai, vai para ali, tira-se de acolá, volta-se para ministro... é tudo uma sujeira que não dá saúde nenhuma à sociedade.
Este país não vai de habilidades nem de espectáculos.
Este país vai de seriedade. Enquanto tivermos ministros a verificar preços e a distribuir computadores, eles não são ministros. São propagandistas! Eles não são pagos nem escolhidos para isso! Eles têm outras competências e têm que perceber quais os grandes problemas do país!
Se aparece aqui uma pessoa para falar verdade, os vossos comentadores dizem «este tipo é chato, é pessimista»...
Se vem aqui outro trafulha a dizer umas aldrabices fica tudo satisfeito…
Vocês têm que arranjar um programa onde as pessoas venham à vontade, sem estarem a ser pressionadas, sossegadamente dizer aquilo que pensam. E os portugueses se quiserem ouvir, ouvem. E eles vão ouvir, porque no dia em que começarem a ouvir gente séria e que não diz aldrabices, param para ouvir. O Português está farto de ser enganado! Todos os dias tem a sensação que é enganado!

Inapto por Junta Médica. Pobrezinho, não sei como ele vai sobrevier até ao final do mês!


Com 46 anos... Inapto por Junta Médica... Hein!... Diz-se ainda que com reforma de 35000 € mensais... O nosso problema continua a ser a distribuição de riqueza...
O problema não está nos funcionários públicos... O tempo o dirá...  Afinal foram só 9732 milhões
As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas. Afinal há quem não se queixe das mesmas.
Ontem mesmo, em carta enviada ao Público, Paulo Teixeira Pinto indica que passou 'à situação de reforma em função de relatório de junta médica'.
Certamente ainda mal refeito da forma como foi corrido do BCP e da Opus Dei, este banqueiro de 46 anos foi considerado inapto para o trabalho, apesar de já ter arranjado um cargo numa consultora financeira.
Teixeira Pinto nega ter recebido 1o milhões de euros de 'indemnização pela rescisão do contrato' com o BCP, garantindo que apenas recebeu a 'remuneração total referente ao exercício de 2007':9.732 milhões de euros em 'compensações' e 'remunerações variáveis'. Estas juntas médicas são as mesmas que recusam reformas a Professores com Cancro.
...mas o Governo não sabe disto? Claro que sabe, mas para os amigos, vale tudo! Chafurdam todos no caldeiro onde amassam Portugal e os Portugueses.

12/01/2010

Portugalex chuchalex 2010 e a saga continua !!!

- vais ter relações sexuais?...
             O governo dá um preservativo.
- já tiveste?...
            O governo dá a pílula do dia seguinte.
- engravidaste?...
           O governo dá o aborto.
- tiveste filho?...
           O governo dá o abono de família.
- estás desempregado?...
           O governo dá o subsídio de desemprego.
- és viciado e não gostas de trabalhar?...
           O governo dá o rendimento mínimo garantido.
- cabulaste e não fizestes o 2º ou o 3º ciclo?...
           O governo dá-to em 3 meses nas novas oportunidades.
- roubaustes, assaltastes, agredistes? ...
           Não te preocupes o governo legislou perdão e impunidade.

- Experimenta estudar, trabalhar, produzir e cumprir para ver o que te acontece!!!..
         O governo dá-te uma bolsa de impostos para pagar as alíneas
         anteriores!!!
-Vivó chuchalismo viva Portugalex...Enquanto dura toca a extorquir... Fechar a porta e pagar a conta fica para as gerações a seguir...
                  

27/12/2009

em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, 1900 padres católicos e muitas Testemunhas de Jeová, resumindo, SERES HUMANOS




É uma questão de História lembrar que quando o Supremo Comandante das Forças Aliadas General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos.
E o motivo, ele assim explanou:
'Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum momento ao longo da história, algum idiota se vai erguer e dirá que isto nunca aconteceu'.
'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'. (Edmund Burke)

Relembrando:
Há poucos dias, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofendia' a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...
Este é um presságio assustador sobre o medo que está a atingir o mundo e o quão facilmente cada país, se está a deixar levar.
Estamos a mais de 60 anos do término da Segunda Guerra Mundial.

Em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, 1900 padres católicos e muitas Testemunhas de Jeová, resumindo;  (SERES HUMANOS)  que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos à fome e humilhados, enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.
Agora, mais do que nunca com o Irão, entre outros, interessados sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.







20/12/2009

Vá robalo




«Nunca recebi presentes do senhor Manuel Godinho. A não ser quando se deslocou a Vinhais e me ofereceu uma caixa de robalos.», Armando Vara, no DN .

Segundo a acusação, a 7 de Fevereiro deste ano Manuel Godinho deslocou-se a Vinhais para almoçar com Armando Vara e deixa ficar alegados presentes. Vara tem outra versão: "Nunca recebi presentes do senhor Manuel Godinho. A não ser quando se deslocou a Vinhais e me ofereceu uma caixa de robalos. Imagine os sorrisos que vai gerar. Achou que na Feira do Fumeiro haveria gente que preferia robalos.
E um equipamento [desportivo do Sporting Club de Esmoriz, clube patrocinado por Manuel Godinho] para o meu filho.


#### Alooo Pinoquio #### aloooo daqui Vara ##### plichia escutooo ####

Num país de corruptos eleitos ou nomeados por corruptos onde tudo está institucionalmente corrompido, não há vitimas nem vilões o que realmente existe com fartura em todas as facções é uma cambada de cabrões.
E como todos eles corruptos já são as ditas escutas escondidas por uns e denunciadas por outros em breve se conhecerão.
Aos que lhes permitem democraticamente o poder e a governação os elegidos consideram estupidos porque o são, eles sabem como controlar e manipular quem vai meter o papelinho no caixão onde eles estão a meter a nação, mas uma coisa é certa alguma futura geração os julgará e a história se reescreverá, talvez sejam os que terão que pagar o continuo endividamento para sustentar o roubo.
Alguem disse um dia que onde não existe justiça não há paz,  temo esta verdade e não sei por quantos mais tempo o mundo poderá assistir a ésta degradação onde a portuguesice não está só.

Mais uma "estória" de habilitações deste novo Governo!

P.S. >Viveiro-fornecedor de corruptos!.. Num partido sem rôsto é natural ser um pasto para gente ruim de caracter duvidoso...(finalmente, Vara perdeu as dentuças).
Mais uma mania das grandezas

Como podem as gerações dos nossos filhos ser competentes, quando a minha geração é desqualificada e foi a formadora deles?
Aos desqualificados, não interessa a qualificação dos alunos, pois que se lhe descobrem os podres.
A educação é um mundo fechado onde reinam os déspotas com poder e sem qualificações!
(Quando convêm arranja-se uma lei limitada no tempo para arranjar equivalências com base nos políticos, que nós aclamamos, e, que depois são parte do problema - Rui Vilar era dos políticos mais influentes no país á época - continua a ser influente apesar de retirado da política activa, quando foi nomeado para o éden da Gulbenkian).

Currículo oficial distribuído:
Ministra da Educação, Dr.ª. Isabel Alçada (Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar)
Escritora, 59 anos, licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em Análise Social da Educação pela
Universidade de Boston.
Ex-administradora da Fundação de Serralves (2000-2004).
Professora Adjunta da Escola Superior de Educação de Lisboa, exerce actualmente funções como Comissária do Plano Nacional de Leitura.
                            A realidade:
A Sra. Dra. Isabel Alçada (que além de excelente escritora de livros - currículo profissional - tem a virtude de estar casada com Rui Vilar - currículo político), apresenta como currículo de governante o que está acima.
Cerca de 200 pessoas como ela, frequentaram na (ida) década de 80, um curso de Verão (duração de 02 meses), na Universidade de Boston.
Esses senhores, todos eles ligados às ESE's - Escolas Superiores de Educação, voltaram para Portugal (depois do estio).
As ESE's, em pleno desenvolvimento de uma fraude, que foram e são os Institutos Politécnicos, precisavam de mestres para lhes atribuir a categoria de Professores Adjuntos (porque nos Inst. Politécnicos, chega o mestrado para se ser Prof. Coordenador - Topo da Carreira).
Assim, dirigiram-se a algumas Universidade de província (Évora, Algarve, Minho, etc.) para aí obterem equivalência para os seus cursos de Verão de 02 meses - da Universidade de Boston, para mestrados (grau académico acima da Licenciatura).
A certa altura, creio que em 1987 ou 1988, o Ministro da Educação da altura (Roberto Carneiro?) pôs fim a esta vergonha mas, cerca de duas centenas (200) de falsos mestres iniciavam as suas carreiras nos Inst. Politécnicos - IP's.
Foi o caso da "nossa" Sra. Dra. Isabel Alçada.
E é ela a Ministra da Educação (que decide os destinos deste sector, desta área ou destes assuntos (se assim preferirem) sem importância nenhuma...
Já agora a primeira medida que a Senhora tomou ao chegar no seu pomposo gabinete ministerial, foi pedir á secretária que chama-se uma decoradora ...
NOTA:   Como eles se; · Conhecem · Protegem · E dão cabo, deste pobre país...

19/12/2009

Se Noé mora-se em Portugal !!!

Um dia, o Senhor chamou Noé que morava em Portugal e disse-lhe: Dentro de 6 meses, farei chover ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que todo o Portugal esteja coberto pelas águas.
Os maus serão destruídos, mas quero salvar os justos e um casal de cada espécie animal, vai e constrói uma arca de madeira.
Chegada a altura, os trovões deram o aviso e os relâmpagos cruzaram o céu. Noé chorava, ajoelhado no quintal da sua casa, quando ouviu a voz do Senhor soar furiosa, entre as nuvens:
- Noé, onde está a arca?
- Perdoe-me, Senhor, suplicou o homem!   Fiz o que pude, mas encontrei dificuldades imensas: Primeiro tentei obter uma licença da Câmara Municipal, mas,  além das taxas elevadas para obter o alvará, pediram-me uma contribuição para a campanha do Partido, para a reeleição do presidente. Precisando de dinheiro, fui aos bancos mas não consegui empréstimo, mesmo aceitando aquelas taxas de juros...
 - Os Bombeiros exigiram um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui contornar a situação, subornando um funcionário. Começaram então os problemas com o Instituto Florestal  para a extracção da madeira. Eu disse que eram ordens Suas, mas eles só queriam saber se eu tinha o “Projecto de Reflorestamento” e um tal “Plano Sectorial”. Neste meio tempo, a Protecção dos Animais descobriu alguns casais de animais guardados no meu quintal. Disseram-me que eram espécies protegidas!  Além de pesada multa,  fui colocado em prisão preventiva  pela posse dos animais. Valeu-me a pulseira electrónica! Quando comecei a obra, apareceu a Inspecção do Trabalho multou-me porque eu não tinha um engenheiro naval
responsável pela construção.
Fui à Universidade Independente e comprei um diploma de engenheiro fecharam a Universidade e tive de pôr o diploma no papelão! Veio o Sindicato e exigiu contrato de funcionário público para os carpinteiros.
Em seguida vieram as Finanças! Disseram-me que a arca era um “sinal exterior de riqueza“ e agravaram-me o IRS não tive dinheiro para pagar e colocaram-me a arca sob penhora. Finalmente, quando a Secretaria de Estado do Ambiente pediu o “Relatório de Impacto Ambiental“ sobre a zona a ser inundada, juntei-lhe o mapa de Portugal.
Enviaram-no para o INAG que só vai apreciar o assunto depois de resolver o problema da Costa da Caparica!
- Noé terminou o relato a chorar.
- Senhor! Que hei-de eu fazer mais? Notou então que o céu clareava e perguntou: Senhor, sempre vais destruir Portugal?
-Não!
- Respondeu a Voz entre as nuvens
- Já vi que cheguei  tarde!  O Sócrates chegou primeiro!

23/11/2009

A FOME, A CORRUPÇÃO E OS LUXOS... (Mário Crespo)



Pronto! Finalmente descobrimos aquilo de que Portugal realmente precisa: uma nova frota de jactos executivos para transporte de governantes. Afinal, o que é preciso não são os 150 mil empregos que José Sócrates anda a tentar esgravatar nos desertos em que Portugal se vai transformando. Tão-pouco precisamos de leis claras que impeçam que propriedade pública transite directamente para o sector privado sem passar pela Partida no soturno jogo do Monopólio de pedintes e espoliadores em que Portugal se tornou. Não precisamos de nada disso.
Precisamos, diz-nos o Presidente da República, de trocar de jactos porque aviões executivos "assim" como aqueles que temos já não há "nem na Europa nem em África". Cavaco Silva percebe, e obviamente gosta, de aviões executivos. Foi ele, quando chefiava o seu segundo governo, quem comprou com fundos comunitários a actual frota de Falcon em que os nossos governantes se deslocam.
Voei uma vez num jacto executivo. Em 1984 andei num avião presidencial em Moçambique. Samora Machel, em cuja capital se morria à fome, tinha, também, uma paixão por jactos privados que acabaria por lhe ser fatal.
Quando morreu a bordo de um deles tinha três na sua frota. Um quadrimotor Ilyushin 62 de longo curso, versão presidencial, o malogrado Antonov-6, e um lindíssimo bimotor a jacto British Aerospace 800B, novinho em folha. Tive a sorte de ter sido nesse que voei com o então Ministro dos Estrangeiros Jaime Gama numa viagem entre Maputo e Cabora Bassa. Era uma aeronave fantástica. Um terço da cabina era uma magnífica casa de banho. O resto era de um requinte de decoração notável. Por exemplo, havia um pequeno armário onde se metia um assistente de bordo magro, muito esguio que, num prodígio de contorcionismo, fez surgir durante o voo minúsculos banquetes de tapas variadíssimas, com sandes de beluga e rolinhos de salmão fumado que deglutimos entre golinhos de Clicquot Ponsardin. Depois de nos mimar, como por magia, desaparecia no seu armário. Na altura fiz uma reportagem em que descrevi aquele luxo como "obsceno". Fiz nesse trabalho a comparação com Portugal, que estava numa craveira de desenvolvimento totalmente diferente da de Moçambique, e não tinha jactos executivos do Estado para servir governantes.


Nesta fase metade dos rendimentos dos portugueses está a ser retida por impostos. Encerram-se maternidades, escolas e serviços de urgência. O Presidente da República inaugura unidades de saúde privadas de luxo e aproveita para reiterar um insuspeitado direito de todos os portugueses a um sistema público de saúde. Numa altura destas, comprar jactos executivos é tão obsceno como o foi nos dias de Samora Machel. Este irrealismo brutalizado com que os nossos governantes eleitos afrontam a carência em que vivemos ultraja quem no seu quotidiano comuta num transporte público apinhado, pela Segunda Circular ou Camarate, para lhe ver passar por cima um jacto executivo com governantes cujo dia a dia decorre a quilómetros das suas dificuldades, entre tapas de caviar e rolinhos de salmão. Claro que há alternativas que vão desde fretar aviões das companhias nacionais até, pura e simplesmente, cingirem-se aos voos regulares.
Há governantes de países em muito melhores condições que o fazem por uma questão de pudor que a classe que dirige Portugal parece não ter.
Vi o majestático François Miterrand ir sempre a Washington na Air France. Não é uma questão de soberania ter o melhor jacto executivo do Mundo. É só falta de bom senso. E não venham com a história que é mesquinhez falar disto. É de um pato-bravismo intolerável exigir ao país mais sacrifícios para que os nossos governantes andem de jacto executivo. Nós granjearíamos muito mais respeito internacional chegando a cimeiras em voos de carreira do que a bordo de um qualquer prodígio tecnológico caríssimo para o qual todo o Mundo sabe que não temos dinheiro.

Mário Crespo.




19/11/2009

Frei Vítor Melícias recebe modesta reforma de € 7450



VIV'Ó REGABOFE

Mau grado o voto de pobreza a que a Ordem Franciscana obriga, Frei Vítor Melícias! Os 7450€ de reforma principesca será que a entrega direitinha à Ordem Franciscana e a distribui pelos mais necessitados? De certeza que sim...

Padre Melícias com pensão de 7450 euros
O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros. Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da "remuneração acima da média" auferida em vários cargos.

Vítor Melícias entregou a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional em 2 de Fevereiro de 2009, mais de um ano após a instituição presidida por Rui Moura Ramos ter clarificado a interpretação da lei que controla a riqueza dos titulares de cargos políticos. A 15 de Janeiro de 2008, o Tribunal Constitucional deixou claro que, ao abrigo da lei 25/95, 'de entre os membros que compõem o CES, se encontram vinculados ao referido dever [de entrega da declaração de rendimentos] aqueles que integrem o Conselho Coordenador e a Comissão Permanente de Concertação Social, bem como o secretário-geral'.

Com 71 anos, Vítor Melícias declarou, em 2007, ao Tribunal Constitucional um rendimento total de 111 491 euros, dos quais 104 301 euros de pensões e 7190 euros de trabalho dependente. 'Eu tenho uma pensão aceitável mas não sou rico', diz o sacerdote.

Melícias frisa que exerceu funções com 'remuneração acima da média, que corresponde a uma responsabilidade acima de director-geral', no Montepio Geral, na Misericórdia de Lisboa, no Serviço Nacional de Bombeiros e noutros organismos.

E eu a julgar que esta gente praticava o "espírito de missão" e o "trabalho de voluntariado"???!!! Chiça penico!
Pois é, esta gente da Igreja nunca me enganou!!! Já têm mais de 2000 anos de experiência....
Razão tinha o S. Pedro quando um dia espreitando cá para baixo, viu um avião de luxo, todo branco com o Papa lá dentro e exclamou: vejam só como o negócio evoluiu, começou com um burro...

13/11/2009

Alerto para o abuso do estado e dos políticos por interesses próprios com a consequente degradação do país.

Felizmente em Portugal temos uma espécime de gente que não se conforma com os elitismos e as castas superiores.
Em geral esta gente não satisfaz os requisitos dos acomodados sejam políticos boys ou simples ninfomaníacos propagandistas que teimam em crer que QUEM NÃO ESTÁ COMIGO ESTÁ CONTRA…
Este recente dilema Socratiniano já é instituição na nova fórmula de luta política. A tentativa da descredibilização e da institucionalização de quem não converge no sentido da corrupção, ou no mínimo quem não se remete ao silencioso assistir ao percurso da livre corrupção que assola o país ao mais alto nível.
Não é verdade que os média sejam o problema a única verdade é que os média expõem o problema.
É um facto que também são parte do mesmo problema quando tomam partido quando estão a soldo ou apoiam facções.
Também são parte do problema quando fazem leituras menos conseguidas das omissões estratégicas dos segredos intermináveis, da opacidade laboral que os intervenientes do estado na vertente executiva, legislativa ou do estado na vertente judicial prostitui e viola constantemente leis.
A corrupção institucionalizou-se, está definitivamente instalada de forma transversal a toda a sociedade.
Esta não tem deixado espaço ou oportunidade a pessoas de bem uma vez que estas dificilmente se sujeitarão ao jogo viciado á total isenção de cavalheirismo, e ainda porque à mínima obstrução feita aos grupos de poder políticos económicos ou judiciais são logo convenientemente banidos de um sistema que já não permite quaisquer veleidades de bom senso ou boas práticas institucionais.
Engana-se quem se convence que algum sector da política ou da sociedade independentemente da facção que milita está isento desta quase fatalidade.
Quero referir a sistemática aceitabilidade das atitudes ditatoriais relativamente ao uso e abuso do bem público por parte dos políticos.
Para não ferir susceptibilidades vou tentar exemplificar da forma mais perdulária que me é possível com um ou dois exemplos flagrantes.
Por exemplo, à décadas que assistimos a uma constante condenação do tribunal de contas na forma como os dinheiros públicos são vergonhosamente desbaratados em todas as áreas e por todos os que têm acesso a eles.
A pouca vergonha é de tal dimensão que se fazem premeditadamente atribuições de dinheiros públicos, de obras públicas ou de contratações de serviços que à partida se sabem de teor deficiente, fora do contexto da lei sem que ninguém ponha cobro a esta sistemática pratica corruptiva.
Mesmo quando o Tribunal de contas já condenaram e reprovou uma determinada pratica os responsáveis teimam em a repeti-la. Chega-se ao cúmulo de afirmar que não vão cumprir com a determinação do tribunal porque não vêm razões, ou não concordam com a lei que o tribunal sustenta para condenar tais práticas. O que qualifico mais próximo disto é uma orgia de arrogância como se em democracia a interpretação do individuo possa sobrepor-se á interpretação da lei, expressa pelo tribunal a quem a democracia confere o direito de apreciação.
Ora nada disto seria admirável se sucede-se com Fidel castro, Kadafi, Kim Jong-Un, Robert Mugabe ou qualquer Ayatollah fundamentalista, mas estamos a falar do Portugal.
Temos muitíssimos outros exemplos um dos quais não quero deixar de referir no qual o poder executivo é aluno repetente.
Ao estado não se pode permitir que constitua fundações o mais escondidas possível para usar deliberadamente dinheiros públicos com critérios pouco isentos de qualquer ética de forma a contornar a lei facultando a atribuição de contratos de serviços da mais variada ordem de negócios, ou adjudicações sem os devidos concursos públicos ou permitindo contornar uma clara e coerente apresentação contabilística.
È proibitivo ao estado seja em qualquer dos poderes que o constitui este tipo de práticas, não só porque o estado deve reger-se pela lei sem quaisquer excepções terceiro mundistas, como também cabe a este ser o exemplar cumpridor desta.
Julgo que esta linha de pensamento não confere nenhum complexo a ninguém, assim como também não é exclusiva de uma tendência política ou opção ideológica, religiosa ou qualquer outra especificidade humana.
Independentemente das nossas tendências e até dos nossos interesses a democracia e tudo o que ela implica na relação do individuo com a sociedade encontra-se bem acima do interesse individual.
Neste contexto a democracia torna-se inconveniente para os oportunistas, os malandros, os menos escrupulosos porque a mesma prevê o direito do individuo expressar e valorizar a sua individualidade mas a mesma democracia limita também a individualidade quando esta se transforma em egocentrismo e ultrapassa o ténue limite pelo respeito do semelhante.
Então julgo que ninguém está ou poderá estar acima da lei ou poderá auferir de privilégios incompatíveis com os pressupostos mais básicos que a democracia confere.
Assim cabe em primeira mão aos que ocupam os lugares de estado a transparência nas atitudes mesmo que esta traga inevitavelmente as consequentes inconveniências da exposição publica de aspectos da vida particular no que possa suscitar a mais pequena duvida sobre a menor suspeita de conduta reprovável.
O cargo publico não se coaduna com a separação da vida publica da vida privada, é um facto que deve ser percebido e aceite sem complexos:
Ninguém pode ser governante durante oito horas de trabalho diário e depois ir para casa para o recato familiar descer ao bar da rua confraternizar com circulo de amigos e abster-se de o ser governante.
Ora façam comigo um pequeno curioso exercício, mas de grande de perspicácia.
Reparem que os governantes usam e abusam da postura privada ostentando por exemplo a vida familiar de excelência onde nem falta o cachorro de estimação que cativa os mais afectos aos animais, os passeios com os filhos modelo que alimentam a imagem da família ideal, o salutar jogging dominical com figuras de estilo por companhia, que tão bem encaixa na virilidade e no cuidado saudável.
Ostentar as amizades da mais elevada intelectualidade para passar uma imagem de superioridade e de conhecimento. Cuidadosamente aparecer entre figuras da beleza da moda que conferem requinte… etc. etc. etc.
Então porque não é licito exigirmos da mesma forma a transparência do foro privado para a exigência do cumprimento como pessoa de bem? Seria paradoxal outra coisa que não isso.
É certo que os menos atentos ou porventura mais perdulários com a atitude dos políticos e ocupantes de lugares de estado, não se apercebam destas e muitas outras pequenas nuances que adulteram a qualidade da política e dos políticos de hoje.
Mas Temos a obrigação social da democracia e não podemos abster-nos dessa responsabilidade individual. É com essa responsabilidade e com o cuidado de ser-mos um pouco mais atentos que podemos melhorar a sociedade e fazer cumprir a democracia. Só assim podemos o nosso patamar de consciência social e não com subsídios que compram votos como os políticos vêm fazendo.
A escolha ou a ideologia de cada um em nada complica a democracia no que ela tem de melhor que é a tolerância e a diversidade de ideias, a diferente perspectiva do mesmo assunto, a livre discussão ao contrário do que nos querem fazer querer. Tudo isto acompanhado da alternância democrática, da objectividade do bem comum acima dos interesses cooperativos ou individuais é que são a verdadeira democracia.
Portanto nada nem ninguém pode ou deve ter segredos particulares ou segredos de justiça porque o estado de direito democrático sujeita o individuo a todo o cumprimento ético e legal independentemente se é o presidente da republica o primeiro ministro o presidente do tribunal constitucional ou o operário fabril o técnico superior o médico o padeiro o picheleiro ou a dona de casa.
Também quero muito sucintamente lembrar nesta reflexão que o orgulho no meu país dos meus antepassados da nacionalidade não são necessariamente separatistas anti-europeístas ou contra os Espanhóis como os oportunistas políticos hoje gostam de evocar nos seus brilhantes jogos de cintura baixos e delírios expancionistas. Eu acredito que no mundo do futuro a Europa tem de falar em uníssono mas recuso-me a pactuar com uma Europa de primeira classe e outra de segunda escolha e aí mais uma vez Portugal com 850 anos de comunidade histórica somos provavelmente o país mais antigo da Europa Ocidental com fronteiras definidas e permanentes, interesses comuns de um povo, especificidades culturais próprias, características civilizacionais, religiosas, exemplo na tolerância com os povos colonizados apesar do contexto temporal uma língua falada por milhões de seres, com raízes plantadas desde a Europa à Oceânia, até algumas características menos apreciáveis que também fazem parte. Por tudo isto seria de esperar acréscimo de experiência demasiado now wau que o tempo e a história supostamente nos conferem. E permitam-me o atrevimento em matéria de tolerância somos um exemplo na colonização que fizemos pelo mundo fora onde privilegiamos a negociação em preferência da chacina dos nativos, não executamos a pirataria e deixamos um legado pouco comparável com outros para muito mais e melhor.
A grande parte das colónias foi-nos cedida por boas praticas comerciais, excelentes serviços e favorecimento das populações que colonizamos, respeito pelos costumes pelas hierarquias e governantes locais.
Não deixemos que umas décadas de gente mal formada faça de nós coitadinhos não merecemos isso Portugal não merece tal sujeição.

04/11/2009

Reflexões do Professor Medina Carreira


Nota: O Professor Medina Carreira sempre que fala, deixa o País a reflectir, estupefacto. Aqui deixamos a síntese de uma das últimas entrevistas que concedeu. A não perder.
"Vocês, comunicação social, o que dão é esta conversa de «inflação menos 1 ponto», o «crescimento 0,1 em vez de 0,6»..Se as pessoas soubessem o que é 0,1 de crescimento, que é um café por português de 3 em 3 dias... Portanto andamos a discutir um café de 3 em 3 dias...mas é sem açucar"
"Eu não sou candidato a nada, e por conseguinte não quero ser popular. Eu não quero é enganar os portugueses. Nem digo mal por prazer, nem quero ser «popularuxo» porque não dependo do aparelho político!"
"Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... Isto não é ensino...é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!"
"Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1% ...esta economia não resiste num país europeu."
"Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse."
"Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis? P'rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim?A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela?Quer dizer, isto está tudo louco?"
"Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo fôr..."
"Nós tivemos nos últimos 10-12 anos 4 Primeiros-Ministros:-Um desapareceu;-O outro arranjou um melhor emprego em Bruxelas, foi-se embora;-O outro foi mandado embora pelo Presidente da República;-E este coitado, anda a ver se consegue chegar ao fim"
"O João Cravinho tentou resolver o problema da corrupção em Portugal. Tentou. Foi "exilado" para Londres. O Carrilho também falava um bocado, foi para Paris. O Alegre depois não sei para onde ele irá... Em Portugal quem fala contra a corrupção ou é mandado para um "exílio dourado", ou então é entupido e cercado."
"Mas você acredita nesse «considerado bem»?Então, o meu amigo encomenda aí uma ponte que é orçamentada para 100 e depois custa 400? Não há uma obra que não custe 3 ou 4 vezes mais? Não acha que isto é um saque dos dinheiros públicos? E não vejo intervenção da polícia...Há-de acreditar que há muita gente que fica com a grande parte da diferença!"
"De acordo com as circunstâncias previstas, nós por volta de 2020 somos o país mais pobre da União Europeia. É claro que vamos ter o nome de Lisboa na estratégia, e vamos ter, eventualmente, o nome de Lisboa no tratado. É, mas não passa disso. É só para entreter a gente.."
"Isto é um circo. É uma palhaçada. Nas eleiçoes, uns não sabem o que estão a prometer, e outros são declaradamente uns mentirosos: -Prometem aquilo que sabem que não podem."
"A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»:Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva.... O que é inclusiva? É para formar tontos? Analfabetos?"
"Os exames são uma vergonha. Você acredita que num ano a média de Matemática é 10, e no outro ano é 14? Acha que o pessoal melhorou desta maneira? Por conseguinte a única coisa que posso dizer é que é mentira, é um roubo ao ensino e aos professores ! Está-se a levar a juventude para um beco sem saída. Esta juventude vai ser completamente desgraçada!"
"A minha opinião desde hà muito tempo é TGV- Não! Para um país com este tamanho é uma tontice. O aeroporto depende. Eu acho que é de pensar duas vezes esse problema. Ainda mais agora com o problema do petróleo."
"Bragança não pode ficar fora da rede de auto-estradas? Não? Quer dizer, Bragança fica dentro da rede de auto-estradas e nós ficamos encalacrados no estrangeiro? Eu nem comento essa afirmação que é para não ir mais longe...Bragança com uma boa estrada fica muito bem ligada. Quem tem interesse que se façam estas obras é o Governo Português, são os partidos do poder, são os bancos, são os construtores, são os vendedores de maquinaria...Esses é que têm interesse, não é o Português!"
"Nós em Portugal sabemos resolver o problema dos outros:A guerra do Iraque, do Afeganistão, se o Presidente havia de ter sido o Bush, mas não sabemos resolver os nossos. As nossas grandes personalidades em Portugal falam de tudo no estrangeiro: criticam, promovem, conferenciam, discutem, mas se lhes perguntar o que é que se devia fazer em Portugal nenhum sabe. Somos um país de papagaios...Receber os prisioneiros de Guantanamo? «Isso fica bem e a alimentação não deve ser cara...» Saibamos olhar para os nossos problemas e resolvê-los e deixemos lá os outros...Isso é um sintoma de inferioridade que a gente tem, estar sempre a olhar para os outros. Olhemos para nós!"
"A crise internacional é realmente um problema grave, para 1-2 anos. Quando passar lá fora, a crise passará cá. Mas quando essa crise passar cá, nós ficamos outra vez com os nossos problemas, com a nossa crise. Portanto é importante não embebedar o pessoal com a ideia de que isto é a maldita crise. Não é!"
"Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões! Portanto, quando acabarmos este programa Portugal deve mais 2 milhões! Quem é que vai pagar?"
"Isso era o que deveríamos ter em grande quantidade. Era vender sapatos. Mas nós não estamos a falar de vender sapatos. Nós estamos a falar de pedir dinheiro emprestado lá fora, pô-lo a circular, o pessoal come e bebe, e depois ele sai logo a seguir..."
"Ouça, eu não ligo importância a esses documentos aprovados na Assembleia...Não me fale da Assembleia, isso é uma provocação... Poupe-me a esse espectáculo...."
"Isto da avaliação dos professores não é começar por lado nenhum. Eu já disse à Ministra uma vez «A senhora tem uma agenda errada"» Porque sem pôr disciplina na escola, não lhe interessa os professores. Quer grandes professores? Eu também, agora, para quê? Chegam lá os meninos fazem o que lhes dá na cabeça, insultam, batem, partem a carteira e não acontece coisa nenhuma. Vale a pena ter lá o grande professor? Ele não está para aturar aquilo...Portanto tem que haver uma agenda para a Educação. Eu sou contra a autonomia das escolas Isso é descentralizar a «bandalheira»."
"Há dias circulava na Internet uma noticía sobre um atleta olímpico que andou numa "nova oportunidade" uns meses, fez o 12ºano e agora vai seguir Medicina... Quer dizer, o homem andava aí distraído, disseram «meta-se nas novas oportunidades» e agora entra em Medicina... Bem, quando ele acabar o curso já eu não devo cá andar felizmente, mas quem vai apanhar esse atleta olímpico com este tipo de preparação... Quer dizer, isto é tudo uma trafulhice..."
"É preciso que alguém diga aos portugueses o caminho que este país está a levar. Um país que empobrece, que se torna cada vez mais desigual, em que as desigualdades não têm fundamento, a maior parte delas são desigualdades ilegítimas para não dizer mais, numa sociedade onde uns empobrecem sem justificação e outros se tornam multi-milionários sem justificação, é um caldo de cultura que pode acabar muito mal. Eu receio mesmo que acabe."
"Até hà cerca de um ano eu pensava que íamos ficar irremediavelmente mais pobres, mas aqui quentinhos, pacifícos, amiguinhos, a passar a mão uns pelos outros...Começo a pensar que vamos empobrecer, mas com barulho... Hoje, acrescento-lhe só o «muito». Digo-lhe que a gente vai empobrecer, provavelmente com muito barulho...Eu achava que não havia «barulho», depois achava que ia haver «barulho», e agora acho que vai haver «muito barulho». Os portugueses que interpretem o que quiserem..."
"Quando sobe a linha de desenvolvimento da União Europeia sobe a linha de Portugal. Por conseguinte quando os Governos dizem que estão a fazer coisas e que a economia está a responder, é mentira! Portanto, nós na conjuntura de médio prazo e curto prazo não fazemos coisa nenhuma. Os governos não fazem nada que seja útil ou que seja excessivamente útil. É só conversa e portanto, não acreditem...No longo prazo, também não fizemos nada para o resolver e esta é que é a angústia da economia portuguesa."
"Tudo se resume a sacar dinheiro de qualquer sitío. Esta interpenetração do político com o económico, das empresas que vão buscar os políticos, dos políticos que vão buscar as empresas... Isto não é um problema de regras, é um problema das pessoas em si... Porque é que se vai buscar políticos para as empresas? É o sistema, é a (des)educação que a gente tem para a vida política... Um político é um político e um empresário é um empresário. Não deve haver confusões entre uma coisa e outra. Cada um no seu sítio. Esta coisa de ser político, depois ministro, depois sai, vai para ali, tira-se de acolá, volta-se para ministro...é tudo uma sujeira que não dá saúde nenhuma à sociedade."
"Este país não vai de habilidades nem de espectáculos. Este país vai de seriedade. Enquanto tivermos ministros a verificar preços e a distribuir computadores, eles não são ministros. São propagandistas ! Eles não são pagos nem escolhidos para isso! Eles têm outras competências e têm que perceber quais os grandes problemas do país!"
"Se aparece aqui uma pessoa para falar verdade, os vossos comentadores dizem «este tipo é chato, é pessimista»... Se vem aqui outro trafulha a dizer umas aldrabices fica tudo satisfeito... Vocês têm que arranjar um programa onde as pessoas venham à vontade, sem estarem a ser pressionadas, sossegadamente dizer aquilo que pensam. E os portugueses se quiserem ouvir, ouvem. E eles vão ouvir, porque no dia em que começarem a ouvir gente séria e que não diz aldrabices, param para ouvir. O Português está farto de ser enganado! Todos os dias tem a sensação que é enganado!"

01/11/2009

ESCANDALOSO!!!

Olha o menino do BE...
José Sá Fernandes, um malandrim na Câmara de Lisboa SABIAM QUE este marmanjão custa ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês?
Pois é, para sustentar o tráfico de influências desta besta quadrada andamos a pagar do nosso bolso a onze parasitas, entre eles nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, além de um motorista para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo -- tudo a recibo verde.

Faz?
Claro que sim: faz a maior falta a estas 11 encomendas!
Se não vejamos:

CONTRATO PRESTAÇÃO SERVIÇOS - 11 PESSOAS
Nome - Função/Origem/Contrato - Categoria/Vencimento (euros)
Alberto José de Castro Nunes - Assessor (50%) Renovação - 1.530 ,00
Ana Rita Teles do Patrocínio Silva - Secretária (100%) Renovação - 2.000.00
António Maria Fontes da Cruz Braga - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00
Bernardino dos Santos Aranda Tavares - Assessor (100%) Renovação - 2.500,00
Carlos Manuel Marques da Silva - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00
Catarina Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira - Assessora (100%)Renovação - 2.500,00
Maria José Nobre Marreiros - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00
Pedro Manuel Bastos Rodrigues Soares - Coordenador do Gabinete (50%) Renovação - 1.730,00
Rui Alexandre Ramos Abreu - Secretário (100%) Renovação - 2.000,00
Sara Sofia Lages Borges da Veiga - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00
Sílvia Cristóvão Claro - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00

O ZÉ mais estes Zezinhos e estas Zezinhas só fazem falta à pata que os pôs!
E não se esqueçam de que este gabiru é vereador sem pelouro - imaginem se alguma vez chegar a ter um!...

28/10/2009

Inconcebivel! O Islão, A pedófilia, O Silencio do Ocidente.


Que raios de Islão é este?

Infância perdida, abuso certo: Você ficará calado?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org (ver: http://thelastcrusade.org/2009/08/07/hamas-plays-host-to-pedophilia/comment-page-7/#comment-3136)

É traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto)

" Em Portugal tambem não. No resto da Europa não sei mas não vi nada..."

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida

Noivas de 4 a 10 anos: Presentes de 500 dólares

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota...É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Tudo, com carimbo do islão radical.

Fonte: http://www.deolhonamidia.org.br/Comentario...rio.asp?tID=420

Fiquei meio receoso quanto a veracidade destes fatos, mas o site ceticismo.net confirma:
http://ceticismo.net/2009/09/08/a-pedofili...udo-definitivo/

E aqui um vídeo com partes do casamento:
http://wejew.com/media/5562/Hamas_Shocking...0_Little_Girls/


A história dá boas lições que os governantes teimam em não aprender.

A história dá boas lições que os governantes teimam em não aprender.
Os nossos governantes dizem e fazem precisamente o contrario do que já os imperadores da Roma antiga sabiam.