O plantel mais caro do mundo!!

O plantel mais caro do mundo!!
Jogam sujo, recebem muito, viciam o jogo e perdem sempre...

30/09/2009

E A DEMOCRACIA FEZ-SE!..

A meu ver Sócrates alcançou a maior vitória pessoal a que democracia Portuguesa já assistiu considerando que: Nunca nenhum politico foi tão arrogante e conseguiu fazer tanta asneira como ele sendo que mesmo assim ganhou as eleições sem qualquer duvida.
As reformas necessárias ao país não foram executadas. Algumas começaram mas não terminaram ou não obtiveram qualquer efeito benévolo para o verdadeiro interesse do país, e dos profissionais. Existem mais boys nomeados para o recíproco favorecimento "estado versus partido", boys versus submissão e lealdade partidária com o comum interesse do efectivo controlo do poder e dos lugares privilegiados. O malfadado mérito, o empenho, a capacidade é cada vez mais uma miragem na política do sucesso justificando assim a dificuldade no sucesso das empresas estatais e nas outras que vão funcionando porque são favorecidas por colagem estatal.
A alienável realidade da legislatura: O défice aumentou, a despesa pública disparou antes e depois da crise do sub prime. O endividamento acontece a um ritmo assustador e como é óbvio insuportável. Na verdade é este que sustenta os interesses das grandes empresas e os lugares de favorecimento e privilégios para o controlo do regime Socrático. Que se saiba a balança comercial continua negativa logo o desvairo é pago com financiamento ao estrangeiro.
Outros indicadores de carácter interno ficam longe do mínimo admissível para uma longa legislatura de 4,5 anos e nada tem que ver com crises internacionais.
Vejamos: A segurança é praticamente inexistente os índices de criminalidade aumentaram exponencialmente. A saúde não melhorou apesar dos mega supra hiper investimentos, (nem Salazar conseguiu educar os médicos já na época eram os únicos que faziam semana Inglesa) e é um absurdo o que algumas classes auferem de ordenados e de privilégios. A justiça simplesmente não existe, é manipulável pelos grandes e o poder judicial é hoje uma caricatura com sindicato e tudo. Quem trabalha e cria riqueza paga mais impostos, estes foram aumentados de forma drástica aos mesmos de sempre: os que produzem. Logo quem produz os que criam riqueza auferem menor remuneração logo menor qualidade de vida o que é um erro fatal para qualquer economia, só pode mesmo entrar em colapso.
O fosso entre ricos e quem produz riqueza aumentou. Temos hoje uma nova classe de pobres ridícula em qualquer país ocidental que se diz civilizado porque trabalham todos os dias mas não conseguem fazer frente à asfixia tributária e encarecimento das necessidades básicas da família: Estudos dos filhos, habitação condigna alimentação, etc.
Quem tem capacidade criativa e inovadora não encontra nem financiamentos nem trabalhadores porque melhor ou pior todos têm a barriga cheia mesmo sem trabalhar. Também trabalhar e ganhar praticamente o mesmo que numa situação de extorsão estatal de subsidio-depêndencia ou outra similar com a conivência e um estado ineficaz e comprometido com o voto é aquilo a que chamamos hoje de esperto e não de malandro ou ladrão. Podíamos continuar aqui toda a noite a dar exemplos de inércia governativa ou fatalidades dramáticas que explanam total incompetência dos governantes.
Justifico que este governo não foi diferente que todos os outros relativamente a estes assuntos, foi mais do mesmo com algumas coisas para pior.
Mas continuamos numa paranóia colectiva ou estado letárgico que as pessoas não fazem as perguntas certas nem olham para o horizonte da realidade que teremos que enfrentar. Continuamos a discutir a partidarite, o sexo dos anjos como se uns fossem menos criminosos ou incompetentes que os outros.
Temos os super heróis que são aclamados mas nunca confrontados com as explicações cabais de onde lhes veio as fortunas mesmo que os rendimentos que auferem jamais o permitissem. Não justificam as mega compras que fazem de forma escandalosa e inexplicável, porque raios que efectuam pagamentos e utilizam offshores, e se mantêm navegando num imenso mar de estrume nauseabundo.
Mas isto não é exclusivo a um clube político, o drama é que esta estratégia de jogo da corrupção e da intriga se estende a todo o campeonato com todas as equipas da liga sem excepções.
Alerto os meus colegas comentadores que devem fazer prevalecer o bom senso e que devem reflectir sobre o que é verdadeiramente importante. A exacerbação partidária é inimiga da democracia e cega as mentes.
Para o bem de todos, do país e dos nossos filhos, julgo que seria melhor apelar ao bom senso e fazer-mos uma verdadeira cura ás simpatias ou escolhas partidárias porque começo a perceber que tudo está contaminado e o pais está a ficar derrotado. Tudo está a preto e branco as pessoas começam a esquecer que podem e devem pensar por si mesmas, é licito criticar e não é defeito mudar nem é mau reconhecer com humildade o erro e o engano.

26/09/2009

PAULO PEDROSO E A PERSEGUIÇÃO AO JUIZ RUI TEIXEIRA

PSITACÍDEO: PAULO PEDROSO E A PERSEGUIÇÃO AO JUIZ RUI TEIXEIRA
http://psitasideo.blogspot.com/2009/09/paulo-pedroso-e-perseguicao-ao-juiz-rui.html


Relembrando o motivo pelo qual o juiz mandou o pedofilo-Paulo Pedroso para a pildra:

Uma boa altura para recapitular e tentar descobrir onde estará o erro grosseiro.

Quem se mete com o Pêéche apanha !!!!

É para que todos saibam e para eles saberem que nós nos lembramos e sabemos!!!!

O DIA DA VERDADE CHEGARÁ Qual será o papão que se segue???


LEGISLATIVAS 2009 O PRÓXIMO COMEDOR CHEGA E TUDO CONTINUARÁ COMO SEMPRE


Lição do Ratinho. E a politiquice …

Esta fábula é fantástica! Serve para aqueles que se sentem seguros na actual democracia que favorece uns em detrimento de outros.
O que é mau para alguém é ruim para todos...
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha agarrado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro levou-a imediatamente para o hospital. Ela voltou com febre.
Todos sabe-mos que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou no cutelo e foi providenciar o ingrediente principal! Lá foi a galinha para o tacho... Inesperadamente foi a segunda vitima da ratoeira.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. Mais uma improvavel vitima da ratoeira.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. E mais um dos menos probabulidades de se transformarem em vitimas o destino tratou de classificar como tal.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema social e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de uma sociedade democrática é problema de todos!

PS.: excelente fábula alerta-nos para o facto de ser-mos capazes de coisas maravilhosas como
voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como em sociedade numa verdadeira democracia'.

12/09/2009

O Socialismo seus paradoxos e a fatalidade da democracia.


Interpretando o Socialismo como a extensão do “ Social ” entende-se este como a ciência da organização, do desenvolvimento social, da convivência com os semelhantes, a convenção expressa que regula direitos e deveres do povo e sua forma de governação.
Mas a fértil diversidade de entendimentos que dele é feito nem sempre o socialismo entendido de forma única, ou seja depende do que consideramos como socialismo em democracia torna-se peremptório não esquecer que isso de socialismo não é a mesma coisa para todos.
O problema do socialismo não é a perspectiva diferente de cada observador mas sim os diferentes defeitos que ele próprio promove a cada um destes.
A história nos mostrou as muitas faces de socialismo que embora sociais sempre são tecnicamente imperfeitas e sempre radicalmente diferentes.
Eu recordo-me do Nacional-socialismo, lembro-me das muitas revoluções socialistas da América latina, lembro-me da União das repúblicas socialistas Soviéticas “URSS”.
Por exemplo há quem entenda ou confunda “ fica ao critério de cada um " socialismo com controlo do estado sobre a economia.
Para estes o ordenamento da vida das pessoas, o garante do funcionamento da engrenagem social, sempre tem que ser paga por um estado que para poder pagar também cobra dos que são seus próprios funcionários os trabalhadores. Neste caso os trabalhadores não são os que o estado deve proteger e resguardar mas sim aqueles que terá que rentabilizar para que a dita economia de estado funcione.
Esta visão do socialismo encontra o seu calcanhar de Aquiles com dois fundamentais paradoxos: Primeiro:
Com o eterno problema de ninguém conhecer o patrão e ter que sujeitar-se e a obedecer a uma hierarquia que o próprio estado promove, logo a simpatia pessoal o favoritismo de proximidade a promiscuidade entre outros vícios humanos prolífera e o mérito não impera.
Segundo:
Se o Estado é o patrão, se o estado é o legislador, se o estado controla, …O estado jamais pode representar qualquer papel para a arbitrariedade a fiscalidade da sociedade entre: Quem por manda e quem é mandado, quem paga o mérito e / ou a criatividade, ou simplesmente o cidadão com o seu produto de venda: A força do trabalho a quem paga que é quem gere, quem compra os produtos referidos.
Um jamais pode ser o outro.
Eu não posso comprar a mim mesmo a minha vontade de pagar mais ou menos pela minha maior ou menor produtividade e empenho.
O estado regulador versus o estado árbitro entre quem gere e quem é gerido. O estado patrão versus o estado empregado, o estado cobrador de impostos versus o estado pagador do ordenado… erro fatal… Não funciona por princípio de fundamentalidade.
Esta visão do socialismo é perfeitamente lícita como outras, no entanto julgo que a grosso modo desenquadrada da realidade, presa a ideologias que hoje não enquadram com as realidades e as factualidades do Sec. XXI.
Mas à que reconhecer que também contem fundamento social de pleno direito e como convicção é uma instituição na história da humanidade.
É um facto inegável que parte considerável de todas as gerações desde a implantação da Republica Francesa mantêm como princípio ideológico, bem vivo e activo em seu pleno direito democrático convém não esquecer. Toda e qualquer ideologia é parte íntegra na democracia.
Julgo ser esta é a visão socialista do Sr. Louçã.
Também tem gente que entende ou “ confunde fica uma vez mais ao critério de cada um ” socialismo com neoliberalismo regulado ou ” desregulado apliquemos o principio anterior ” onde o estado determina promove e escolhe quem são os seus parceiros para uma gestão privada e liberal ao ambas ao mesmo tempo do bem comum.
A meu ver esta outra visão do socialismo enquadra-se na expectativa que as sociedades hoje depositam no que parece entenderem por “ social” no verdadeiro sentido da palavra.
Ou seja nada mais errado a meu ver.
Esta mistura neoliberalista no estado socialista quando uma sempre foi antagónica à outra torna-se perigosa quando um e outro lado deixaram de existir por força da queda do bloco de leste.
Assim também esta é uma forma redutora de socialismo também tem seus pecados e carece de sustentabilidade ao nível ético e da justiça social.
O socialismo que se substitui ao mercado não pode regulá-lo, o socialismo que promove e escolhe os seus parceiros na acção económica actua directamente no enriquecimento de uns poucos em detrimento de outros isto porque o ser humano acabará por exercer as suas fraquezas ao nível ético, por força dos mesmos motivos do modelo socialista que referi anteriormente e muitos mais a acrescentar .
Na acção social (e outras) as suas parcerias publico-privadas deturpam a realidade porque também aqui o estado não fica em condições de regular porque é parte participante do imbróglio dos lucros ou prejuízos, na escolha dos parceiros e hierarquias.
Grave é também quando neste mesmo contexto o socialismo de estado social promove uns poucos em prejuízo dos que produzem a riqueza que são levados à condição de pobres. Depois o mesmo estado aparece como anjo protector a camuflar a pobreza na distribuição de uma quota parte da riqueza produzida pelos que trabalham por uns tantos bem sucedidos oportunistas na arte da vitimização social desenvolvendo uma eficiente crónico-dependencia que permite subsistir por conta….
E assim temos o tão benévolo estado social, onde tudo funciona mal porque quem trabalha e tem mérito é extorquido levado à condição de descontente e ás vezes pobre que por desilusão e desgaste acabará por fazer que trabalha, consequentemente se desmoraliza da criatividade e da produtividade.
E como o ser humano é um animal de hábitos, quem recebe resmunga porque as migalhas recebidas são sempre míseras.
Em suma, o estado na acção directa da criação da riqueza, também este não o pode regular, antes o contrário vicia-o, se o estado determina ou escolhe os parceiros promove uns em detrimento de outros não deixando uma vez mais ser o mesmo mercado a premiar o mérito a inovação a criatividade porque inevitavelmente a promiscuidade e o favorecimento entre políticos e parceiros torna-se inevitável por facto da própria condição humana.
Este é o Socialismo que vejo com o PS de Sócrates.
Manda o fundamental principio da democracia que todas as linhas de pensamento sejam aceites sempre que estas obedeçam aos princípios que regulam a própria democracia que são sobejamente conhecidos embora continuamente omitidos.
A História recente trouxe-nos os exemplos da falsidade das ideologias a exemplos como pactuamos com o flagelo do continente Africano que continuou extorquido pelos estados antes coloniais e depois continuando a sacar dividendos a coberto de consciências sociais admitindo todos aqueles saqueadores do próprio povo. O mesmo com boa parte da América latina. Da queda da URSS, de Cuba, os mais que crimes na Ásia, da curiosa convivência entre sistemas comunista e livre mercado com o controlo estatal na China, o recente desastre económico na hecatombe total do neoliberalismo de principio ocidental, tão fatal quanto a falência da URSS mas camuflado pela cosmética da intervenção dos estados, que nos levou ao impensável paradoxo de vêr o presidente dos USA e o senado e todas as potências asiáticas e europeias a intervir na fatal falência do sistema.
Para a nossa geração que trabalha e paga, forçados de analistas da politica por obrigação uma vez que todos os dias convivemos com as incongruências do estado social no regabofe neoliberalista da tão natural tendência ao favorecimento.
A fatalidade da democracia é então evidente pois continuamos de acordo que a democracia e só a democracia poderá trilhar o caminho que impera para o bem comum. Mas na democracia temos fatalmente um de dois caminhos, um já o vimos percorrendo à muitos anos o que não queremos mais.
Impõe-se então uma nova ordem social que julgo passar por um inevitável entendimento entre tendências e ideologias entre grupos e classes sociais talvez mais perto do caminho já percorrido em boa parte pelos países nórdicos.
Primeiro os pilares da democracia devem ser harmonizados, independentes e antagónicos, sem qualquer promiscuidade entre eles, Isto é a justiça tem que cumprir o seu papel no pilar do estado democrático, livre e isento de qualquer outra face do estado.
O poder executivo a quem cabe orientar legislar e fiscalizar a economia e a sustentabilidade do serviço social a prestar pelo estado.
O poder legislativo a quem compete legislar participar envolvendo-se na representatividade dos eleitores na coerência e na qualidade da legislação produzida , participando e fiscalizando a governação exercida pelo executivo.
Creio que o caminho passa por um estado social em sectores fundamentais da sociedade: A saúde, a educação, e a segurança da qualidade de vida após a idade laboral.
Ao estado cabe criar as condições ideais para a economia funcionar num espírito de livre concorrência promovendo a salutar igualdade e oportunidade aos agentes da economia.
O estado tem que ser claro na adjudicação dos seus deveres, sério nas decisões escolhas e nos pagamentos, Duro na defesa do bem comum contra os lobbies e mordomias de classes, implacável com os privilégios e com os feudos.
O estado tem que ser o exemplo disciplinando-se nos privilégios nos rendimentos auferidos na clareza e na exposição pública sem qualquer reserva do individuo que exerce a nobre função publica da governação, e isto tem necessariamente que aplicar-se a todos os poderes de estado, não só ao executivo mas também ao poder judicial.
Deve o estado promover a justiça fácil, rápida e peremptória na punição do crime de qualquer natureza seja fiscal, laboral ou pura criminalidade dos que definitivamente não querem conviver nos princípios da sociedade.
O estado em todas as suas formas tem que ser um parceiro e não um atropelo ao povo e à economia tem o papel de arbitrar a relação laboral e económica ao assegurar as suas obrigações pode e deve contar com o agente económico numa respectiva de qualidade de exigência de fiscalidade e controlo da qualidade do serviço prestado de uma forma clara na compra de qualquer serviço e nunca ser parceiro de negócio porque isso é paradoxal não pode querer servir tirando partido de quem e como serve. É perversão do quando se tem interesses em ambos os sentidos.

21/08/2009

Dívida das principais cotadas portuguesas ultrapassa 20% do PIB

O endividamento das maiores empresas portuguesas cotadas ascendeu no primeiro semestre a 33,6 mil milhões de euros, mais de 20 por cento do PIB português, calculado em 166,2 mil milhões de euros, com as energéticas a pesarem 60 por cento


As principais empresas Portuguesas são em muito uma já nada estranha cópia do Estado.
- "...O nível de dívida não é assustador... frisou à agência Lusa Pedro Santos, analista do Millennium BCP Investimento..."
- Lógico que os bancos e seus estrategas ao gerirem e participarem nestes financiamentos tiram os seus dividendos, difícil seria afirmar o contrário.
São os da mesma estirpe que levaram a economia ao caos foram eles os economistas que criaram, participaram e tiraram partido da crise que vivemos á muito esperada por quem era provido de bom senso.
Quanto ao trecho da afirmação:
- “…para o desenvolvimento de projectos de investimento que geram um 'cash flow' [fluxo de caixa] brutal»…”
- Bem isso ainda estamos para ver.
Segundo a história recente habituei-me a constatar que afinal as mais-valias quando existem servem para entregar às elites do costume:
Sempre empresas favorecidas pelo estado preenchidas com gestores e boys ex governantes.
Umas vezes branqueou-se a sangria feita ao bem comum com a teoria de que as empresas nacionais precisam de dimensão internacional a fim de competirem com as homologas. Grande treta, a distribuição de acções em bolsa acrescidas das estratégias dos grandes grupos no controlo destas mais o facto do dinheiro não conhecer nacionalidade desmentem cabalmente esta teoria. A meu ver vão acabar por endividar não só os filhos como vender o pai e a mãe.
Outras vezes porque têm que ser vendidadas aos super economistas e mestres gestores, sobejamente conhecidos no panorama nacional, já que nunca foram capazes de tirar o país do marasmo económico e da miserável injustiça na distribuição de riqueza.
O peso do estado é sufocante e atropela os rendimentos das empresas e das pessoas tributando a capacidade de produzir riqueza, fazendo com que esta não valha a pena. Na verdade não é que haja muitas vezes mais-valias nas super empresas super protegidas por lóbis e lobistas ex-governantes, não esqueçamos que são incompetentes. Como pode se eles tratam de desviar em prémios monetários autoavaliando-se da mesma forma quer tenham lucros ou prejuízos. Se os mesmos promiscuamente se enredam em investimentos onde acumulam interesses de forma paralela? Ora com familiares, ora com formas de distribuir pelo lado oposto como forma de apaziguar e se manterem todos no tacho. E muitas mais vigarices a coberto das leis que eles mesmos aprovaram, entre outras maçonarias…
Estes iluminados que hoje se encontram comodamente sentados na gestão dos destinos e das grandes empresas, são praticamente os mesmos de sempre que saltaram de secretaria de estado para secretaria de ministério, de cadeira de empresa publica para cadeira de empresa publico-privada, ou para empresa vendida ao desbarato, ou de reformados de umas para a gestão de outras…
Como podemos confiar no êxito destes incompetentes? Como podemos descansar com a garantia no êxito de retorno aos mega montantes níveis de endividamento comprometendo as gerações futuras?
A desculpa do atraso que trazíamos quase 40 anos depois de implantada a democracia, iludiu-nos do livre acesso ao êxito económico remetido em exclusividade para a criatividade e o potencial de cada um independentemente da ascendência ou extracto social ou afeições políticas provenientes.
O direito e oportunidades iguais para a obtenção do êxito já não pega, o estado controla e serve para colocar seus acólitos nas poltronas.
O estado afronta a economia não lhe deixando oportunidades porque as abarca todas. O estado é uma perfeita “famiglia” ou conjunção de forças e interesses de “famiglias” que se equilibram, sempre esperando cada uma ocupar o mercado da outra.
Não é que tenha uma visão esquerdista deste assunto, sou um acérrimo defensor da economia de mercado mas com regras, a meu ver é para isso que o estado serve fazer as regras e fazer cumpri-las através dos seus dois grandes pilares da democracia o poder legislativo e o poder judicial.
Onde não há regras reina o caos….
Onde a injustiça prolifera não poderá haver paz…
O que constato é que quem produz cada vez é menos considerado em favor de quem nada faz só porque: É político ou boy. Ou porque é desempregado, ou de uma minoria que ajuda a sustentar lugares para boys que brincam à caridade através do show estatístico com o suor alheio. Ou porque na sua formação não é suficientemente competente, ou porque recebe subsídios devido á falta de formação, inspiração para o trabalho ou seja lá o que for.
Umas vezes conseguimos (muito raramente se não estiver colado à politica) fazer coisas úteis e dedicáramo-nos só à exportação que é coisa louvável uma vez que as grandes e terríveis exigências a ser superadas não estão nos mercados externos mas nas imposições internas. Outras vezes vamos emigrando e muitos conquistando excelentes posições ao triplo do custo mas criando riqueza no estrangeiro onde a idade é sinónimo de experiência e know-how. Onde sabedoria e formação é aproveitada para produzir mais, melhor e evoluir.
O pouco conhecimento que tenho de macroeconomia, deixa-me pouco à vontade para discutir pormenores técnicos da mesma, no entanto o que aprendi e o que vi foi as pessoas e as empresas com êxito que conheço tanto Portuguesas como estrangeiras serem cautelosas com os níveis de endividamento ou se possível levar este a zero.
A meu ver o endividamento está a tingir níveis catastróficos.
Julgo que devemos reflectir bem se é o caminho na economia do futuro endividando-nos como forma de resolver a incompetência do presente.
Eu só acredito numa coisa na capacidade humana e seu engenho, tudo o resto me cheira a desculpas de mau pagador.
A penhora da economia nacional do futuro não vai ser, nem nunca será uma dádiva do presente mas uma hipoteca na margem de manobra dos nos nossos filhos.
Se as coisas continuarem assim podem correr mal, muito mal.
A história costuma fazer a justiça que os incompetentes não sabem fazer.

04/08/2009

Isto é apenas uma gota no OCEANO chamado Portugal!

Tudo o que vai aparecer neste texto não é ficção! Acontece em Portugal. País com regime democrático à beira mar plantado. Vamos lá...
O País vai mal... é verdade! É preciso continuar a pedir sacrifícios aos portugueses. Mas como é que chegámos tão fundo? Não há dinheiro, dizem...
Já agora, talvez seja bom verficar em que condições e nível de vida andam aqueles que pedem sacrifícios ao português médio e ao que vive com o salário mínimo.
É isso que este texto pretende: abrir os olhos de todos para a hipocrisia dos nossos governantes.
Demorou até um pouco para ver se não dava nas vistas. Mas a Festa continua...
Segundo a revista Focus (pág.25), a EDP conta com um novo assessor jurídico. Foi nomeado pelo ex-ministro António Mexia (actual presidente executivo da EDP) e vai ganhar cerca de EUR 10.000/mês ,,, Quem é ele? Perguntam vocês... Pensem um pouco... Mais um bocadinho...
Não era fácil: - Pedro Santana Lopes (MAIS UM JOB)
A opinião pública é fabricada por quem? Pela COMUNICAÇÃO SOCIAL.
E porque é preciso ter os jornalistas na mão.... O subsistema de saúde "dos fazedores de opinião" é INTOCÁVEL!!! A Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas é dirigida por uma comissão administrativa cuja presidente é a mãe do ministro António Costa (PS) e do Director-Adjunto da Informação da SIC, Ricardo Costa. Maria Antónia Palla Assis Santos - como não tem o "Costa", passa despercebida...
O Ministro José António Vieira da Silva (PS) declarou, em Maio último, que esta Caixa manteria o mesmo estatuto! Isso inclui regalias e compensações muito superiores às vigentes na função pública (ADSE), SNS e os outros subsistemas de saúde.
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia (PSD) e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das Obras Públicas e Transportes.
O filho de Miguel Horta e Costa (CDS-PPD), recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.
Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
O filho de Miguel Horta e Costa (CDS-PPD), recém licenciado, entrou para lá com 28anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.
Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
Manuel Queiró (CDS - “o braço direito do Algarve”, casado com a Celeste da Caixa Geral de Depósitos Cardona), do PP, era administrador da área de imobiliário (?) 8.000euros/mês. A contratação de um administrador espanhol passou por serem-lhe (ao Manuel) oferecidos 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída), pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias. Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo (?) era remunerado de forma simbólica: 3.000 euros por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...
Outros exemplos avulsos, ainda na GALP:
Um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês;
A especialista em Finanças que foi para Marketing por 9800 euros/mês...
Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500.
Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais.
Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político...

PESO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS NA POPULAÇÃO ACTIVA (Dados de 2004)
(Fonte EUROSTAT, publicado no Correio da Manhã)
Suécia------------------33,3%
Dinamarca-------------30,4%
Bélgica-----------------28,8%
Reino Unido------------27,4%
Finlândia---------------26,4%
Holanda----------------25,9%
França-----------------24,6%
Alemanha--------------24%
Hungria----------------22%
Eslováquia------------- 21,4%
Áustria---------------- 20,9%
Grécia----------------- 20,6%
Irlanda---------------- 20,6%
Polónia---------------- 19,8%
Itália------------------ 19,2%
República Checa------- 19,2%
PORTUGAL----------- 17,9%
Espanha-------------- -17,2%
Luxemburgo-----------16%
Não há pois funcionários públicos a mais. Há sectores em falta e outros em excesso.
A reforma administrativa deverá começar por mudar o seguinte:

- Cada ministro deste e de outros governos tem, para seu serviço pessoal e sob as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e subsecretários de estado, chefes de gabinete, funcionários do gabinete, assessores, secretárias e motoristas) e 56 viaturas, apenas CINCO vezes mais que no resto da Europa.
E a verdade que saiu do programa «Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio foi que temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito dinheiro.
Nestes dias, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu à opinião pública, foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função pública.
Resulta que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de funcionários públicos na população activa.
Assim se informa e se faz política em Portugal.
Em Setembro de 2002 foi publicada na II Série do Diário da República a aposentação do Exmº. Senhor Juiz Desembargador Dr. José Manuel Branquinho de Oliveira Lobo, a quem foi atribuído o número de pensionista 438.881.
De facto, no dia 1 de Abril de 2002 o Dr. Branquinho Lobo havia sido sujeito a uma “Junta Médica” que, por força de uma doença do foro psiquiátrico, considerou a sua incapacidade para estar ao serviço do Estado, o que foi determinante para a sua passagem à aposentação.
O Dr. Branquinho Lobo passou a auferir uma pensão de aposentação no montante
de € 5.320,00.
Contudo, por resolução proferida no dia 30 de Julho de 2004, o Conselho de Ministros do Governo do Dr. Pedro Santana Lopes nomeou o Dr. Branquinho Lobo como Director Nacional da Polícia de Segurança Pública.
Desde então, o Dr. Branquinho Lobo acumula a sua pensão de aposentação por incapacidade com o vencimento de Director Nacional da P.S.P!!!!!



Mais uma... de pai para filho.

ANíBAL CAVACO SILVA
Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado, distribuídas da seguinte forma:
- € 4.152,00 - Banco de Portugal.
- € 2.328,00 - Universidade Nova de Lisboa.
- € 2.876,00 - Por sido primeiro-ministro.
Podendo acumulá-las com o vencimento de P.R. !
Porque será que, o Expresso, o Público, o Independente, o Correio da Manhã e o Diário de Notícias, não abordaram este caso, mas trataram os outros conhecidos, elevando-os quase à categoria de escândalos, será que vão fazer o mesmo que fizeram com os outros??? Não será por coisas destas a falência da Segurança Social?
Li, há semanas, numa pequena notícia do Expresso, que prescreveu uma dívida de 700.000 Euros, de IRS de António Carrapatoso, figura de proa da Telecel/Vodafone e destacado dirigente do PSD. Porque razão prescreveu esta dívida? Porque razão não se procedeu à cobrança coerciva, dado que o contribuinte em causa não tem, nem nunca teve, paradeiro desconhecido?
Aliás, António Carrapatoso nunca deixou de aparecer, com alguma frequência, nos écrans da televisão para entrevistas e comentários, onde sempre defendeu as virtudes do "sistema" em que vivemos e que nos é imposto (pudera!!!!!!). Esta dívida não pode prescrever porque se trata de dinheiro devido ao Estado, ou seja a TODOS NÓS.
Os CTT pagaram 19 mil euros a Luís Felipe Scolari por uma palestra de 45 minutos, que teve como tema algo do tipo «Como fortalecer o espírito de grupo» no dia 14 de Janeiro de 2005, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, durante um Encontro dos Correios de Portugal.
A decoração custou mais de 430 mil euros e havia dois carros de luxo. A despesa efectivamente facturada entre 8 de Julho de 2002 e 31 de Maio de 2005, com a decoração do gabinete do presidente do Conselho da Administração dos CTT, Carlos Horta e Costa, bem como a sua sala de visitas e ainda das salas de visitas e refeições custou 430.691 euros. Carlos Horta e Costa teve à sua disposição, entre 2002 e 2005, um Jaguar S Type (a renda para o adquirir custou cerca de 50.758 euros) e um Mercedes Benz S320CDI (comprado em Abril de 2004 por 84 mil euros). Assim, o Relatório da Inspecção-Geral das Obras Públicas conclui haver «indícios de má gestão» e «falta de contenção de uma empresa que gere dinheiros públicos», pelo anterior Conselho de Administração que liderou os CTT entre 8 de Julho de 2002 e 31 de Maio de 2005.




Sabe-se dia 27 no Público que a advogada Vera Sampaio foi contratada como assessora pelo membro do Governo Senhor Doutor Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira, Ministro da Presidência.
Como a tarefa não é muito cansativa foi autorizada a continuar a dar aulas numa qualquer universidade privada onde ganha uns tostões para compor o salário e poder aspirar a ter uma vidinha um pouco mais desafogada.
O facto de ser filha do Senhor ex-presidente não teve nada a ver com este reconhecimento das suas capacidades, juro pela saúde do Engenheiro Sócrates.
Há famílias a quem a mão do Senhor toca com a sua graça. Ámen.
Neste caso soube-se há tempos que o filhote depois de se ter formado foi logo para consultor da Portugal Telecom, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós.
Agora, como já ontem se disse, calhou a sorte à maninha e lá vai ela toda lampeira em part-time para o desgoverno, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós.
Com apenas 50 anos de idade e gozando de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número 2 do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Sampaio e de Soares, está já reformado com uma pensão de 3.035 euros, um valor bastante acima do seu vencimento como vereador. Foi aposentado como técnico superior de 1ª classe – apesar de as suas habilitações literárias serem equivalentes ao 9º ano.
Entrou para o Ministério da Administração Interna em 1972 e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro: triplicar o salário.
Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest (uma sociedade de capitais públicos), com um ordenado líquido de 4000 euros mensais. Foi convidado pelo presidente da Câmara da Amadora, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa.
A acumulação de vencimentos foi autorizada mas o salário de administrador é reduzido em 50% – para 2000 euros – a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????) e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
Nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns!) Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram eleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (deles) a um subsídio que dizem de reintegração (coitados, tem de voltar para esta selva que é a luta pelo pão de cada dia nos seus antigos lugares de administração ou de profissionais liberais tão mal pagos, como sabemos):
Um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.
Desta maneira um deputado que o tenha sido durante um ano recebe dois salários (6.898 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários (68.980 euros). Feitas as contas e os deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de 2.500.000 euros!
No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de reforma (mesmo que não tenham 60 anos!). Estas são atribuídas aos titulares de cargos políticos com mais de 12 anos.


(Segue Lista)

Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:

Almeida Santos.....................................4.400, euros;
Medeiros Ferreira................................2.800, euros;
Manuela Aguiar....................................2.800, euros;
Pedro Roseta........................................2.800, euros;
Helena Roseta.......................................2.800, euros;
Narana Coissoró . .................................2.800, euros;
Álvaro Barreto......................................3.500, euros;
Vieira de Castro....................................2.800, euros;
Leonor Beleza . ....................................2.200, euros;
Isabel Castro.........................................2.200, euros;
José Leitão............................................2.400, euros;
Artur Penedos......................................1.800, euros;
Bagão Félix............................................1.800, euros.


(Vêem? Tadinhos destes "desconhecidos",
que se não fosse esta esmola estavam a comer na Mitra)
Quanto aos ilustres reintegrados , encontramos os seguintes:


- Luís Filipe Pereira 26.890, euros / 9 anos de serviço;
- Sónia Fortuzinhos 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço;
- Maria Santos 62.000, euros / 9 anos de serviço;
- Paulo Pedroso 48.000, euros / 7 anos e meio de serviço
(e ainda vamos ver se não vai receber indemnizações pelo processo Casa Pia);
- David Justino 38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
- Ana Benavente 62.000 , euros / 9 anos de serviço;
- M.ª Carmo Romão 62.000, euros / 9 anos de serviço;
- Luís Nobre Guedes 62.000 , euros / 9 anos e meio de serviço.
A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente na última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente para terem recebido cerca de 20.000 euros cada!

É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!!!!!!


Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro) com pensões de luxo:
São os seguintes os valores em Euros:
Janeiro
Ministério da Justiça
- 5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Março
Ministério da Justiça
- 7148.12 procurador-geral Adjunto Procuradoria-Geral República
- 5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5484.41 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
- 6082.48 Jurista CTT Correios Portugal SA
Abril
Ministério da Justiça
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5338.40 Procuradora-Geral Adjunta
- Procuradoria-Geral República - Antigos Subscritores
- 6193.34 Professor Auxiliar Convidado
Maio
Ministério da Justiça
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
- 5460.37 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
- 5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Junho
Ministério da Justiça
- 5663.51 Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Julho
Ministério da Justiça
- 5182.91 Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
- 5182.91 Procurador República Procuradoria-Geral República
- 5307.63 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Agosto
Ministério da Justiça
- 5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5043.12 Notária Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5027.65 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5159.57 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5173.46 Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
- 5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
Setembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
- 7284.78 Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
- 6758.68 Vice-Cônsul Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Ministério da Justiça
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Educação
- 5103.95 Presidente Conselho Nacional Educação
Outubro
Ministério da Justiça
- 5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Novembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
- 7327.27 Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Tribunal de Contas
- 5663.51 Presidente
Ministério da Justiça
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
- 5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
- 5015.16 Professor Coordenador Inst. Superior Engenharia Lisboa

Vítor Constâncio governador do Banco de Portugal ganha 272.628 € por ano, ou seja quase 3.894 contos MENSAIS, 14 meses/ano.
Outros ordenados chorudos do Banco de Portugal :
O Vice-governador, António Pereira Marta - 244.174 €/ano
O Vice-governador, José Martins de Matos - 237.198 €/ano
José Silveira Godinho - 273.700 €/ano
Vítor Rodrigues Pessoa - 276.983 €/ano
Manuel Ramos Sebastião - 227.233 €/ano

O Vice-governador, António Pereira Marta até acumula com o seu salário com a sua pensão como reformado … do Banco de Portugal.
Aliás, o Vítor Rodrigues Pessoa, também tem uma reforma adicional de 39.101 €/ano
Total 316.084 €/ano
e o José Silveira Godinho também acumula com uma pensão do BP, mais 139.550 €/ano
Total 413.250 €/ano
Campos e Cunha, ex-ministro das Finanças recebeu durante os dois meses em que esteve no Executivo 4600 euros mensais de ordenado e uma reforma de 8.000 euros do Banco de Portugal.
Mira Amaral saiu da Caixa Geral de Depósitos (CGD) com uma reforma de gestor 18.000 euros. Na altura acumulava uma pensão de 1,8 mil euros, como deputado e 16.000 euros como líder executivo da CGD.
O que me choca não é o valor da reforma. É o facto de Mira Amaral poder auferir desta reforma - paga pelos contribuintes - ao fim de apenas um ano e nove meses!!!!!!
Esta situação é profundamente escandalosa e tem repercussões que afectam a própria credibilidade do regime democrático.
Esta forma aparentemente ligeira como é gasto o dinheiro dos contribuintes é grave pelo acto em si e pelo seu impacto na legitimidade do Estado para impor novas formas de captar receita.


Quando os juízes dizem que vão para a greve, nós começamos a perceber porquê...
António Marinho (Jornal Expresso 17 de Setembro) refere os seguintes privilégios dos magistrados:
1) Recebem um subsídio de renda de casa no valor de 700 EUR mensais, mesmo que residam em casa própria. E, se forem casados com outro magistrado, habitando em casa própria cada um deles recebe esse subsídio (logo, 1400 EUR). A situação atinge mesmo o absurdo já que até os magistrados aposentados ou jubilados incorporam esse subsídio nas suas reformas (!?), nas mesmas condições dos que se encontram no activo. Mais ainda: O subsídio de renda de casa dos magistrados está isento de IRS, após acórdão do STA, ou seja, decisões dos magistrados. Será possível que alguém possa auferir uma remuneração permanente, que essa remuneração entre no cálculo da reforma, mas que esteja isenta de IRS???
2) Os magistrados do Supremo Tribunal Administrativo, do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Constitucional que residam fora da área da Grande Lisboa recebem ajudas de custo precisamente quando se deslocam para o seu local de trabalho. A situação torna-se tanto mais incompreensível quanto é certo que os referidos magistrados usufruem de viagens totalmente gratuitas em todos os transportes públicos terrestres e fluviais, incluindo os comboios Alfa.

Aeroporto da Ota
(por Miguel Sousa Tavares)
Uma história de 2 aeroportos:

Áreas: Aeroporto de Malaga: 320 hectares
Aeroporto de Lisboa: 520 hectares.
Pistas:Aeroporto de Malaga: 1 pista,
Aeroporto de Lisboa: 2 pistas.
Tráfego(2004):
Aeroporto de Malaga: 12 milhões de passageiros, taxa de crescimento, 7% a 8% ao ano.
Aeroporto de Lisboa: 10,7 milhões de passageiros, taxa de crescimento 4,5% ao ano.
Soluções para o aumento de capacidade: Malaga: 1 novo terminal, investimento de 191 milhões de euros, capacidade 20 milhões de passageiros/ano. O aeroporto continua a 8 Km da cidade e continua a ter uma só pista.
Lisboa: 1 novo aeroporto, 3.000 a 5.000 milhões de euros, solução faraónica a 40Km da cidade.
E o que dá sermos ricos com o dinheiro dos outros e pobres com o próprio espirito. Ou então alguém tem de tirar os dividendos dos terrenos comprados nos últimos anos. Ninguém investiga isto? E preciso fazer alguma coisa.

Pelo menos divulguem estes documentos,
ou faremos parte de um grupo de "Otários" silenciosos.
Depois de apresentar este texto só posso dizer que tenho vergonha
de ser português em Portugal.
Gostava de viver numa verdadeira Democracia!
Todos com o mesmo sistema de saúde;
Todos a pagarem impostos;
Todos a terem reformas merecidas e justas;
Todos com o mesmo sistema de Justiça e não um para os ricos (intocáveis) e outro para os pobres.
Peço a quem ler esta mensagem que a divulgue e que se tiver conhecimento de mais casos que me envie para eu compilar tudo para mostrar a todos o país onde vivemos

Artigo envido por mail de: tiago

18/07/2009

Reflexões com o Professor Medina Carreira. A não perder.


Nota: O Professor Medina Carreira, um dos mais capacitados economistas portugueses, sempre que fala, deixa o País a reflectir, estupefacto. Aqui deixamos a síntese de uma das últimas entrevistas que concedeu.

"Vocês, comunicação social, o que dão é esta conversa de «inflação menos 1 ponto», o «crescimento 0,1 em vez de 0,6»...Se as pessoas soubessem o que é 0,1 de crescimento, que é um café por português de 3 em 3 dias...
Portanto andamos a discutir um café de 3 em 3 dias...mas é sem açucar"

"Eu não sou candidato a nada, e por conseguinte não quero ser popular.
Eu não quero é enganar os portugueses. Nem digo mal por prazer, nem quero ser «popularuxo» porque não dependo do aparelho político!"

"Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... Isto não é ensino...é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!"

"Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1% ...esta economia não resiste num país europeu."

"Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse."

"Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis?
P'rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim?
A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela?
Quer dizer, isto está tudo louco?"
"Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo fôr..."

"Nós tivemos nos últimos 10-12 anos 4 Primeiros-Ministros:
-Um desapareceu;
-O outro arranjou um melhor emprego em Bruxelas, foi-se embora;
-O outro foi mandado embora pelo Presidente da República;
-E este coitado, anda a ver se consegue chegar ao fim"

"O João Cravinho tentou resolver o problema da corrupção em Portugal.
Tentou. Foi "exilado" para Londres. O Carrilho também falava um bocado, foi para Paris. O Alegre depois não sei para onde ele irá...
Em Portugal quem fala contra a corrupção ou é mandado para um "exílio dourado", ou então é entupido e cercado."

"Mas você acredita nesse «considerado bem»?
Então, o meu amigo encomenda aí uma ponte que é orçamentada para 100 e depois custa 400? Não há uma obra que não custe 3 ou 4 vezes mais? Não acha que isto é um saque dos dinheiros públicos? E não vejo intervenção da polícia...
Há-de acreditar que há muita gente que fica com a grande parte da diferença!"

"De acordo com as circunstâncias previstas, nós por volta de 2020 somos o país mais pobre da União Europeia. É claro que vamos ter o nome de Lisboa na estratégia, e vamos ter, eventualmente, o nome de Lisboa no tratado.
É, mas não passa disso. É só para entreter a gente..."

"Isto é um circo. É uma palhaçada. Nas eleiçoes, uns não sabem o que estão a prometer, e outros são declaradamente uns mentirosos: -Prometem aquilo que sabem que não podem."

"A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»:
Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar?
Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva.... O que é inclusiva? É para formar tontos? Analfabetos?"

"Os exames são uma vergonha. Você acredita que num ano a média de Matemática é 10, e n o outro ano é 14? Acha que o pessoal melhorou desta maneira? Por conseguinte a única coisa que posso dizer é que é mentira, é um roubo ao ensino e aos professores !
Está-se a levar a juventude para um beco sem saída. Esta juventude vai ser completamente desgraçada! "

"A minha opinião desde hà muito tempo é TGV- Não!
Para um país com este tamanho é uma tontice.
O aeroporto depende. Eu acho que é de pensar duas vezes esse problema.
Ainda mais agora com o problema do petróleo.
"Bragança não pode ficar fora da rede de auto-estradas? Não?
Quer dizer, Bragança fica dentro da rede de auto-estradas e nós ficamos encalacrados no estrangeiro? Eu nem comento essa afirmação que é para não ir mais longe...
Bragança com uma boa estrada fica muito bem ligada.
Quem tem interesse que se façam estas obras é o Governo Português, são os partidos do poder, são os bancos, são os construtores, são os vendedores de maquinaria...Esses é que têm interesse, não é o Português!"

"Nós em Portugal sabemos resolver o problema dos outros:
A guerra do Iraque, do Afeganistão, se o Presidente havia de ter sido o Bush, mas não sabemos resolver os nossos. As nossas grandes personalidades em Portugal falam de tudo no estrangeiro: criticam, promovem, conferenciam, discutem, mas se lhes perguntar o que é que se devia fazer em Portugal nenhum sabe. Somos um país de papagaios...

Receber os prisioneiros de Guantanamo?
«Isso fica bem e a alimentação não deve ser cara...»
Saibamos olhar para os nossos problemas e resolvê-los e deixemos lá os outros...
Isso é um sintoma de inferioridade que a gente tem, estar sempre a olhar para os outros. Olhemos para nós!"

"A crise internacional é realmente um problema grave, para 1-2 anos.
Quando passar lá fora, a crise passará cá.
Mas quando essa crise passar cá, nós ficamos outra vez com os nossos problemas, com a nossa crise.
Portanto é importante não embebedar o pessoal com a ideia de que isto é a maldita crise. Não é!"

"Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões! Portanto, quando acabarmos este programa Portugal deve mais 2 milhões! Quem é que vai pagar?"

"Isso era o que deveríamos ter em grande quantidade. Era vender sapatos. Mas nós não estamos a falar de vender sapatos. Nós estamos a f alar de pedir dinheiro emprestado lá fora, pô-lo a circular, o pessoal come e bebe, e depois ele sai logo a seguir..."

"Ouça, eu não ligo importância a esses documentos aprovados na Assembleia...Não me fale da Assembleia, isso é uma provocação... Poupe-me a esse espectáculo...."

"Isto da avaliação dos professores não é começar por lado nenhum. Eu já disse à Ministra uma vez «A senhora tem uma agenda errada"» Porque sem pôr disciplina na escola, não lhe interessa os professores. Quer grandes professores? Eu também, agora, para quê?
Chegam lá os meninos fazem o que lhes dá na cabeça, insultam, batem, partem a carteira e não acontece coisa nenhuma. Vale a pena ter lá o grande professor? Ele não está para aturar aquilo...
Portanto tem que haver uma agenda para a Educação. Eu sou contra a autonomia das escolas Isso é descentralizar a «bandalheira»."

"Há dias circulava na Internet uma noticía sobre um atleta olímpico que andou numa "nova oportunidade" uns meses, fez o 12ºano e agora vai seguir Medicina... Quer dizer, o homem andava aí distraído, disseram «meta-se nas novas oportunidades» e agora entra em Medicina...
Bem, quando ele acabar o curso já eu não devo cá andar felizmente, mas quem vai apanhar esse atleta olímpico com este tipo de preparação... Quer dizer, isto é tudo uma trafulhice..."

"É preciso que alguém diga aos portugueses o caminho que este país está a levar.
Um país que empobrece, que se torna cada vez mais desigual, em que as desigualdades não têm fundamento, a maior parte delas são desigualdades ilegítimas para não dizer mais, numa sociedade onde uns empobrecem sem justificação e outros se tornam multi-milionários sem justificação, é um caldo de cultura que pode acabar muito mal. Eu receio mesmo que acabe."

"Até hà cerca de um ano eu pensava que íamos ficar irremediavelmente mais pobres, mas aqui quentinhos, pacifícos, amiguinhos, a passar a mão uns pelos outros...
Começo a pensar que vamos empobrecer, mas com barulho...
Hoje, acrescento-lhe só o «muito».
Digo-lhe que a gente vai empobrecer, provavelmente com muito barulho...
Eu achava que não havia «barulho», depois achava que ia haver «barulho», e agora acho que vai haver «muito barulho».
Os portugueses que interpretem o que quiserem..."

"Quando sobe a linha de desenvolvimento da União Europeia sobe a linha de Portugal. Por conseguinte quando os Governos dizem que estão a fazer coisas e que a economia está a responder, é mentira!
Portanto, nós na conjuntura de médio prazo e curto prazo não fazemos coisa nenhuma. Os governos não fazem nada que seja útil ou que seja excessivamente útil. É só conversa e portanto, não acreditem...
No longo prazo, também não fizemos nada para o resolver e esta é que é a angústia da economia portuguesa."

"Tudo se resume a sacar dinheiro de qualquer sitío. Esta interpenetração do político com o económico, das empresas que vão buscar os políticos, dos políticos que vão buscar as empresas...
Isto não é um problema de regras, é um problema das pessoas em si...
Porque é que se vai buscar políticos para as empresas?
É o sistema, é a (des)educação que a gente tem para a vida política...
Um político é um político. E um empresário é um empresário. E não deve haver confusões entre uma coisa e outra. Cada um no seu sítio.
Esta coisa de ser político, depois ministro, depois sai, vai para ali, tira-se de acolá, volta-se para ministro...é tudo uma sujeira que não dá saúde nenhuma à sociedade."

"Este país não vai de habilidades nem de espectáculos. Este país vai de seriedade. Enquanto tivermos ministros a verificar preços e a distribuir computadores, eles não são ministros. São propagandistas ! Eles não são pagos nem escolhidos para isso! Eles têm outras competências e têm que perceber quais os grandes problemas do país!"

"Se aparece aqui uma pessoa para falar verdade, os vossos comentadores dizem «este tipo é chato, é pessimista»....
Se vem aqui outro trafulha a dizer umas aldrabices fica tudo satisfeito...
Vocês têm que arranjar um programa onde as pessoas venham à vontade, sem estarem a ser pressionadas, sossegadamente dizer aquilo que pensam. E os portugueses se quiserem ouvir, ouvem. E eles vão ouvir, porque no dia em que começarem a ouvir gente séria e que não diz aldrabices, param para ouvir. O Português está farto de ser enganado!
Todos os dias tem a sensação que é enganado!"

03/07/2009

o terror socratiniano continua do controlo dos tribunais e das policias de investigação ao controlo dos média...



Segundo o Times Online, devido ao caso Freeport a polícia britânica estará condicionada.
Britânicos acreditam que este caso tornou mais difícil o combate à corrupção na Europa porque o envolvimento do primeiro-ministro português no caso Freeport está a paralisar a acção da polícia britânica. Estes dizem mesmo acreditar que este caso decapitou o Eurojust e tornou mais difícil o combate à corrupção na Europa. Recorde-se que o Serious Fraud Office, responsável pela investigação em Inglaterra, não é hierarquicamente independente, antes responde ao governo de Gordon Brown, o «colega» de José Sócrates na Internacional Socialista, que também vê envolvido membros do seu governo em casos de corrupção e desvios de dinheiros públicos.
Exemplo disso é a falta de colaboração das autoridades britânicas, já as TVs afirmam que estas se têm negado, repetidamente e alegando várias desculpas, a fornecer às autoridades portugueses informações sobre fluxos financeiros do Freeport para offshores.
Conforme noticia do IOL de3/07/09

05/06/2009

Precisa-se de matéria prima para construir um País


A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão
que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda
sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal
E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta. Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui
até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier. Qual é a alternativa ? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados !
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa ?... MEDITE !
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta.

03/06/2009

PARA SABEREM O QUE FAZ O GOVERNO COM OS NOSSOS IMPOSTOS


O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira. O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação.
A cerimónia de inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e a execução dos respectivos hinos nacionais.
Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde e escolas primárias, mas oferecemos um estádio à Palestina.
Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão. A seguir fechávamos a cidade universitária e oferecíamos um complexo olímpico (também com estádio) à Somália e por último fechávamos a Assembleia da República e oferecíamos os nossos
políticos aos crocodilos do Nilo.

28/05/2009

Socrates é um dos clientes da mais exclusiva e cara loja de Beverly Hills



José Sócrates, é um dos clientes da mais exclusiva (e cara) loja de Beverly Hills, onde só entra

um cliente de cada vez, com hora marcada, e todo o staff de empregados ao seu dispor...
Com direito a nome escrito no vidro da montra, claro!

É o primeiro-ministro do país mais atrasado da Europa e líder de um governo que nos conseguiu atirar ainda mais para a cauda da Europa e atolar-nos em dívidas no estrangeiro até, pelo menos, ao ano 2050!!!
Aaaahhhh! Mas é um dandy, este nosso primeiro-ministro! (E nem todos se podem gabar de ter um assim!... Ora bem!...)
Soube-se agora, pelo jornal online i, que o nosso dandy, é cliente de uma das lojas mais caras do mundo!...
Sim, sim! O primeiro ministro português, que declara às Finanças ser um "teso" que só ganha 5 mil euros por mês, tem o seu nome escrito na montra da loja de novos ricos, da rua Rodeo Drive, (já de si uma rua cheia de lojas hiper luxuosas) em Beverly Hills (Los Angeles), Califórnia.
Vejam a fotografia... Lá está o nome, José Sócrates, só que, a seguir, tem o pouco feliz título de Prime Minister of Portugal! Mas porque raio não lhe puseram antes o título de "engenheiro pela Universidade Independente"??? Sempre nos deixava a todos fora desta verdadeira afronta!...

24/05/2009

O país ao contrário: Antes da posse, depois da posse...


ANTES DA POSSE

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

DEPOIS DA POSSE

Basta ler o mesmo texto acima, invertendo o sentido. DE BAIXO PARA CIMA

23/05/2009

Continuam os Miguelistas...A troco de qualquer comissão viram patéticos.

Não sou de condenar ideais nem opções políticas ou sexuais, mas costumo criticar e até desmascarar acções que se prestam á indignação. Vejo-me no direito e no papel de cidadão grato a um passado do qual me orgulho como Português. De bons e de maus momentos Portugal se fez com sangue suor e lágrimas, no tempo criamos umas nação com território, cultura, interesses e identidade própria que levamos a todos os cantos do mundo. Praticamos avanços para a humanidade e também cometemos erros. Levámos a graça por todos os continentes mas também cometemos algumas injustiças, este é um legado de 850 anos de episódios belos, corajosos de terríveis sofrimentos e muitas glórias que não pode ser apagado nem minimizado por figuras com responsabilidade de estado. Ir para Espanha ou receber ilustres Espanhóis a fazer discursos em Esportunhol inintendível para a Espanhóis e para Portugueses vem sendo um hábito comum nos pouco patrióticos políticos que nos governam ultimamente. Ser patriota não é nenhum defeito ou crime, ser Português com orgulho e defender a língua as tradições e o legado dos Portugueses não é ser anti-europeísta nem é promover um passado de guerra ou ódios, ao contrário a diversidade de culturas e o orgulho patriótico favorece a cultura e o enriquecimento humano, esse é um dos pilares da CE. O que me parece verdadeiramente mesquinho é ir com aventuras linguísticas de difícil entendimento que em bom senso revela uma submissão Miguelista verdadeiramente patética. (imagino um tradutor inglês ou qualquer outra língua a tentar traduzir o Portunhol ). O Português é uma língua oficial da CE, assim como o Espanhol, entre todas as outras que numa aceitabilidade característica pelas culturas que compõe a CE a todos nos cabe respeitar como um dever cívico na cidadania comunitária que em nada desprezo. Respeitarei sempre que um governante de outra nacionalidade fale a sua língua, cabe aos tradutores ou legendadores a tradução, e o protocolo também faz parte das regras do respeito mutuo e do bom entendimento. E porque são muitos os vergonhosos políticos que temos onde proliferam os mais variados defeitos graves como por exemplo: vigaristas, ladrões, oportunistas, incompetentes, mal educados arruaceiros, mal formados ética e escolarmente entre imensos outros defeitos, eu atrevia-me a fazer-lhes um pedido. Por favor não nos gozem mais os Portugueses que tão amavelmente se deixa extorquir e abusar por Vossas Exas.ª não tenham vergonha de falar Português é sempre mais in que falar Portunholês façam esse sacrifício e falem a língua de Camões onde quer que estejam ou onde forem como o fizeram os nossos antepassados. Ficaria imensamente grato já basta ser-mos chacota da Europa por ser-mos conhecidos pelos mais corruptos quanto mais por ser patéticos linguistas palrradores.

08/05/2009

A VERGONHA CONTINUA

A recente aprovação da lei do financiamento dos partidos é um atentado á transparência o total desprestigio da Assembleia da República.
Os partidos políticos, no seu conjunto, nunca desejaram a transparência. A corrupção sempre existiu nos partidos políticos. Agora passa a estar permitida por lei. A confiança nas pessoas que fazem leis destas é igual a zero e não deixa lugar a excepções. A lei foi votada por unanimidade, é tudo a mesma caldeirada


POR MÁRIO CRESPO

Não é a crise que nos destrói. É o dinheiro

26/04/2009

Os 35 anos da revolução de Abril. Nova revolução precisa-se.


O que resta do 25 de Abril
Artigo de opinião de Consciência tranquila
... E posso explicar porque não acredito em qualquer dos políticos que hoje frequentam a AR. Tempos houve em que os mais esclarecidos e mais providos de bom senso nos apercebemos que a questão ideológica se tornava secundária por dois motivos óbvios: A grosso modo numa primeira abordagem com a queda do bloco Soviético permitiu-se uma franca descompressão relativamente à tomada de partidos de confluência ocidental ou de Leste (na escolha entre o sistema de economia liberal ou estatal e nós e nossos filhos cá e eles os maus do lado de lá) por outro lado começávamos a ficar francamente fartos da discursocratia inconsequente e de governantes ridiculamente mal preparados com uma qualidade de formação francamente insuficiente. É óbvio que começava a ser mais viável acreditar e confiar nas pessoas e não tanto nos partidos agarrados a dogmas e vícios de grupo. O drama em Portugal reside no facto de não termos no panorama político pessoas com carisma e sabedoria, mas isso tem uma explicação óbvia. Ninguém com bom senso se disponibiliza para o nível que a politica se faz, e porquê? Acontece que a política é cooperativista e esse cooperativismo estabeleceu-se nos partidos fazendo destes perfeitos lugares de trama e influência onde só podem sobreviver os mais aptos e dispostos ao jogo político assim como os que eticamente são mais débeis para não dizer totalmente desprovidos de qualquer postura moral como aliás se tem tornado claro na política dos últimos anos. Assim os que sobem na hierarquia partidária e os que exercem a politica não quer dizer que sejam os mais indicados para exercer a governação. Os independentes ou possíveis candidatos por capacidade jamais desfrutam de possibilidades no nosso sistema de poderem assumir lugares destacáveis na governação, quer dentro dos partidos ou fora destes. Portanto a política é exercida hoje por uma série de gente que nem sempre pode produzir a qualidade que seria desejável, porque quase sempre não estão providos da preparação técnica suficiente e muito menos ética ou moral, porque o percurso de ascensão dentro das famílias políticas ou partidárias é feito por uma série de conveniências e interesses que vão desde a confiança familiar até ao favor da promoção ou da sustentação dos lugares e posições. Este jogo é o elemento fundamental na política é o denominador comum nos partidos nos governos e em toda a orgânica governativa logo o politico de hoje, não é o indivíduo da competência profissional, ética ou moral. Torna-se peremptório que algo mude e bem depressa um sistema presidencialista teria algumas vantagens mas não resolve o ou os problemas da credibilidade e da moralização da politica. Por outro lado uma completa independência do poder judicial e uma atitude por parte deste poder fundamental em contribuir definitivamente e de forma activa para a moralização da política e da sociedade em geral é uma tarefa utópica porque esta sofre rigorosamente do mesmo mal e dos mesmos problemas dos partidos e da política em geral. É cooperativista inconsequente incompetente e auto sustenta uma elite de gente eticamente pouco aconselhável que se alimenta vergonhosa e principescamente espoliando o país de parte considerável dos fracos recursos disponíveis. Outro dos dramas reside no facto de Portugal ser um país de brados costumes onde minorias ou organizações das mais variadas formas ou pretensões não criarem em Portugal o efeito eficiência por via de actuações não convencionais recorrendo ao terrorismo político e social. Não sendo aceitável nem pretendido não podemos deixar de observar que países onde os políticos, empresários ou espoliadores do erário publico são alvos preferenciais de atentados a vida humana, imprimindo assim numa sociedade um maior respeito pelo povo e criando alguma contenção não dando azo a abusos descarados por parte dos que têm poder e riqueza...
(continuação)
Mais remeto para o excelente artigo escrito por ELMANO MADAIL no JN, que é um hino á avaliação da democracia em Portugal e aos riscos que ela corre na optica cuidada de uma observação cientifica por académicos crediveis, isentos da tramoia politica. (clique no titulo do tema)


A D.Nuno Alvares Pereira o Condestável



Há uma história apócrifa, em que Dom João de Castela teria ido ao Convento do Carmo encontrar-se com Nun'Álvares, e ter-lhe-á perguntado qual seria a sua posição se Castela novamente invadisse Portugal. O irmão Nuno terá levantado o seu hábito, e mostrado, por baixo deste, a sua cota de malha, indicando a sua disponibilidade para servir o seu país sempre que necessário.


D. Nuno Álvares Pereira não é apenas o herói nacional, homem corajoso, austero, coerente, amigo da Pátria e dos pobres, que os cronistas e historiadores nos apresentam. Ele é também um homem santo. A sua coragem heróica em defender a identidade nacional, o seu desprendimento dos bens e amor aos mais necessitados brotavam, como água da fonte, do amor a Cristo e à Igreja. A sua beatificação, nos começos do século XX, apresentou o ao povo de Deus como modelo de santidade e intercessor junto de Deus, a quem se pode recorrer nas tribulações e alegrias da vida.
Conscientes de que todos os santos são filhos do seu tempo e devem ser vistos e interpretados com os critérios próprios da sua época, desejamos propor alguns valores evangélicos que pautaram a sua vida e nos parecem de maior relevância e actualidade.
Os ideais da Cavalaria, nos quais se formou D. Nuno, podem agrupar-se em três arcos de acção: no plano militar, sobressaem a coragem, a lealdade e a generosidade; no campo religioso, evidenciam-se a fidelidade à Igreja, a obediência e a castidade; a nível social, propõem-se a cortesia, a humildade e a beneficência. Foram estes valores que impregnaram a personalidade de Nuno Álvares Pereira, em todas as vicissitudes da sua vida, como documentam os seus feitos militares, familiares, sociais e conventuais.
Fazia também parte dos ideais da Cavalaria a protecção das viúvas e dos órfãos, assim como o auxílio aos pobres. Em D. Nuno, estes ideais tornaram-se virtudes intensamente vividas, tanto no tempo das lides guerreiras como principalmente quando se desprendeu de tudo e professou na Ordem do Carmo. Como porteiro e esmoler da comunidade, acolhia os pobres de Lisboa, que batiam às portas do convento e atendia-os com grande humildade e generosidade. Diz-se que teve aqui origem a «sopa dos pobres».
Levado pela sua invulgar humildade, iluminada pela fé, desprendeu-se de todos os seus bens – que eram muitos, pois o Rei o tinha recompensado com numerosas comendas – e repartiu-os por instituições religiosas e sociais em benefício dos necessitados. Desejoso de seguir radicalmente a Jesus Cristo, optou por uma vida simples e pobre no Convento do Carmo e disponibilizou-se totalmente para acolher e servir os mais desfavorecidos. Esta foi a última batalha da sua vida. Para ela se preparou com as armas espirituais de que falam a carta aos Efésios (cf. Ef 6, 10 20) e a Regra do Carmo: a couraça da justiça, a espada do Espírito (isto é, a Palavra de Deus), o escudo da fé, a oração, o espírito de serviço para anunciar o Evangelho da paz, a perseverança na prática do bem.
Precisamos de figuras como Nuno Álvares Pereira: íntegras, coerentes, santas, ou seja, amigas dos seus semelhantes.


23/04/2009

Escândalo Nacional !!! Valha-nos Nossa Senhora de Fátima...


PARA QUE SE SAIBA, O SIGNATÁRIO DESTA CARTA, JOSÉ MARIA MARTINS, É O ADVOGADO DO BIBI (CASA PIA), E CONSTITUIU-SE COMO ASSISTENTE NO CASO FREEPORT.

TERÇA-FEIRA, FEVEREIRO 10, 2009
Carta aberta ao Procurador Geral da República
Exmº Conselheiro PGR
Quero dizer-lhe que não gosto do seu desempenho enquanto Procurador-Geral da República.
O senhor é uma pessoa da confiança do Partido Socialista, e segundo julgo saber ,um homem da Maçonaria, do GOL.

A sua conduta no processo "Freeport" deixa-me muitas reservas.
Comunicados sucessivos, onde se nota uma tendência socialista. O que não é normal em qualquer Estado da União Europeia.
Como sabe, eu represento o Povo - aqueles indivíduos que vos dão de comer, que vos fazem as casas, os computadores, que vos pagam o salário - no Processo Freeport.
Com o devido respeito, penso que V. Exª se se demitisse tiraria de cima de muitos portugueses preocupações.
Gostaria que o PGR fosse estrangeiro.
Admito frontalmente que não tenho confiança em V. Exª.
Perdoar-me-á, mas creio que só se Portugal tiver pessoas fora do sistema de partidos portugueses poderá evoluir.
Repare V. Exª que a Directora do DCIAP não me indicou o nº do inquérito do Freeport, senão 20 dias depois de eu o ter pedido!!!
Em contraste com todos os países estrangeiros onde advogo, que logo que ligo de Portugal, usando o meu inglês rudimentar , o francês escolar, o italiano fraco ou o espanhol aportuguesado ,para não falar do árabe , logo me informam via telefone de tudo, prestam-se a
receber-me, mandam-me mensagens, respeitam-me!!!
Portugal está na lama! O PS controla tudo!
A PGA Drª Candida Almeida indicou-me ontem o número do processo, depois de eu o ter pedido
em 20 de Janeiro de 2009!!!
Indicou-me quando sabia que eu já não precisava , pois tinha entregue requerimentos para a
constituição de assistente do meu cliente no caso "Freeport" e feito requerimentos a pedir a constituição de equipas mistas, luso-britânicas , para a investigação.
Nem no Burkina Faso isto era aceitável!!!
Num processo em que qualquer pessoa se pode constituir assistente, seja o índio da Amazónia,
seja o aborígene da Austrália, o esquimó do Alasca, ou o agricultor da mais recôndita província chinesa!
Portugal vive na Idade Média, agarrado a esquemas mentais que o têm afundado e desmerecido
na comunidade internacional.
É uma vergonha o que se tem passado em muitos processos que envolvem pessoas com poder
político.
O processo contra o professor de José Sócrates esteve anos e anos a fio sem ter conclusão. O que fez V. Exª para que esta situação se alterasse?
O Bastonário da Ordem dos Advogados anda a falar e a ofender tudo e todos e o que fez a PGR?
Nada!
Por acaso V. Exª já mandou abrir um inquérito tendente a apurar os crimes cometidos pela Ordem dos Advogados no caso Casa Pia?
Advogados nomeados pela Ordem dos Advogados para as vítimas e para a Casa Pia?!
Vivemos no Estado Novo , Sr. PGR?
Porque é que o Mº Pº impediu a prisão de Carlos Cruz e outros, quando foram mandados prender?
Alguma vez tinha antes agido assim na Boa Hora?
Diga-me, esclareça-me o número do processo, senhor Procurador–Geral da República!
Porque razão a PGR indicou o Dr Aibéo para ser o Procurador no caso Casa Pia? Esclareça os
portugueses!
Quando ele não era o Procurador da Vara?
O que fez a PGR quando o processo casa Pia se arrasta há mais de 4 anos? Com apenas 7
arguidos!?
A PGR já pensou em investigar os crimes denunciados pelo Bastonário da Ordem dos Advogados
e imputados a membros dos conselhos distritais?
Gostaria, Sr. PGR, enquanto advogado, enquanto cidadão português , que V. Exª esclarecesse os portugueses porque motivo não manda investigar as condutas de membros da Ordem dos Advogados, que manobraram, manipularam o caso Casa Pia!
A PGR tem medo do poder desses advogados e escritórios do regime socialista/socialdemocrata? E gostaria que V. Exª esclarecesse os portugueses se está a ser pressionado pelo Poder Político no caso Freeport!
Porque , como V. Exª sabe, Portugal está na lama a nível internacional, o Poder Político, via
Maçonaria e PS , domina o Poder Judicial.
Por exemplo , seria bom ver o PGR a mandar abrir processo crime contra Marinho Pinto, depois
de inúmeras noticias sobre o caso Joana!
O PGR não pode ter medo do PS , nem pode ter medo da maçonaria.
Actue , Sr. PGR, porque o Bastonário da Ordem dos Advogados está a ofender tudo e todos e a
PGR ou tem medo do Bastonário e do PS ou então está desatenta.
Quem, como o Bastonário, que recebeu 36,00 € por uma consulta ao assistente do processo
Freeport, e não teve coragem de o defender em Cantanhede, não pode estar a ofender magistrados e colegas impunemente.
Tenha coragem Sr. Procurador-Geral da República, mesmo que tenha sido nomeado pelo PS,
porque a honra e a vergonha, a verdade e a justiça não estão sujeitas a transigências.
O Mundo está de olhos em nós!

Cumprimentos,
O cidadão português. (com honra e vergonha)
José Maria Martins
Advogado

21/04/2009

"Magalhães é exemplo para o mundo", diz guru das tecnologias

Como por cá a malta tem por habito acreditar no que dizem os bifes sem sequer questionar as intenções, vamos agora testar o contrário....

Don Tapscott, guru canadiano para a área das tecnologias, está em Portugal para o Fórum Mundial das Telecomunicações, que decorrerá em Lisboa. Questionado sobre os benefícios do programa Magalhães, o autor das obras Economia Digital e Wikinomics não se poupou nos elogios e classificou a iniciativa do Estado português como "a mais sofisticada e avançada implementação das tecnologias de informação em educação no mundo", cita a Lusa.
(...)
"Eu chamo a esta geração mundial a 'geração net'. São uma geração de nativos digitais, eu sou um imigrante digital, eu cheguei ao mundo digital como um imigrante. Eles cresceram no mundo digital. [...] A sua cultura é diferente, a maneira como interagem com a tecnologia é diferente e se queremos vencer no século XXI devemos assegurar que todos os jovens têm acesso à Internet e é por isso que o Programa Magalhães é tão importante", finaliza.

Porém, o canadiano aconselha Portugal a apostar numa rede de alta velocidade de próxima geração, em utilizadores activos e informados, em tecnologia nas escolas para mudar o modelo de aprendizagem e pedagogia e em políticas para proteger a privacidade e assegurar que a tecnologia serve as pessoas.

in: http://tek.sapo.pt
Como é agora? É um dilema...mas este é do Canada. Deve estar enganado ... Afinal está a dizer bem de uma coisa feita pelo Sócrates. Quem tem sempre razão são os Ingleses...Nós Portugueses só temos de baixar as orelhas e deixar andar...

A história dá boas lições que os governantes teimam em não aprender.

A história dá boas lições que os governantes teimam em não aprender.
Os nossos governantes dizem e fazem precisamente o contrario do que já os imperadores da Roma antiga sabiam.